
#79 - Pausa temporária e lista de artigos sobre BD Jurídico (e um pouco de marketing)
Por conta de um momento mais intenso, teremos uma pausa em novos artigos, mas quem sabe você não encontra um que não conhecia na lista que preparei? Confira!
Insights práticos sobre desenvolvimento de negócios (“BD”), marketing jurídico e tecnologias associadas (“martechs”) para advogados e profissionais de Marketing+BD que atuam em escritórios de advocacia empresarial e almejam fazer diferente.
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Por conta de um momento mais intenso, teremos uma pausa em novos artigos, mas quem sabe você não encontra um que não conhecia na lista que preparei? Confira!

Antes, durante e depois: cada momento de um evento pode criar oportunidades. O problema é que elas nem sempre são desenvolvidas a contento.

A maioria dos advogados acredita que o desafio é encontrar oportunidades. Talvez o verdadeiro desafio seja outro.

O maior concorrente da sua proposta talvez não seja outro escritório. Provavelmente é algo bem mais difícil de identificar.

Temos a obrigação de acompanhar de perto todas as propostas em circulação até obtermos uma resposta final dos clientes. A questão é: como fazer isso sem parecer insistente?

Manter as capacidades de marketing e "BD" na retaguarda, como um mero suporte reativo aos sócios no melhor estilo “concierge”, está cada vez mais insustentável. Já passou da hora de mudar isso!

Há um claro desalinhamento histórico entre os conteúdos produzidos pelos escritórios e as expectativas dos clientes e do mercado em geral. Vamos mudar isso?

A IA certamente já ajuda nas suas questões jurídicas, mas por que não considerá-la também nas suas atividades de "BD"? Aprenda a dar os primeiros passos no uso dessa ferramenta incomparável!

O processo de organizar sócios e advogados em torno de um "BD" mais assertivo e colaborativo abrange inúmeros aspectos, muitos deles contínuos, que precisam estar devidamente alinhados.

Escritórios de advocacia podem reduzir o histórico “gap” de expectativas de seus clientes empresariais ao procurar ajudá-los com seus próprios “gaps” internos, que são muitos. Vamos lá?