
A prefeitura me cobrou 18 mil de imposto. O certo era 8
Paguei 400 mil num apartamento de leilão.
Mercado Imobiliário e Leilão Imóveis pelo único motivo que realmente vale a pena: família
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Paguei 400 mil num apartamento de leilão.

Um cliente nosso fez um acordo de 60 dias com o ocupante do imóvel.

Todo anúncio de leilão que você abre tem um número gritando na sua cara: 50% de desconto. Meio preço. Dobre o seu patrimônio. E eu não vou te dizer que isso é mentira — porque não é. O problema é que esse número é o bruto. O que chega no seu bolso é outro, e a diferença some num lugar que quase ninguém olha.

No fim do ano passado, um cliente meu me procurou com um problema que parecia bom: ele tinha uns R$ 80 mil de FGTS parado e não sabia o que fazer com aquilo.

Eu já tinha arrematado.

Quase toda semana chega a mesma mensagem pra mim: "Edwards, você faz dinheiro com a desgraça dos outros". Ou então "você vai receber o que merece". Já me acostumei.

Como eu trato uma desocupação na prática, com o caso real de um apartamento que arrematei em Jacareí — e por que eu prefiro imóvel ocupado.

Todo mundo que olha leilão pela primeira vez faz a mesma conta: vê uma casa avaliada em R$ 390 mil saindo por R$ 190 mil e pensa "achei R$ 200 mil de lucro". Para por aí.

Tenho uma cliente que pagou o leilão, deu a entrada do imóvel e, no fim, quase perdeu o imóvel inteiro.

Eu leio Pai Rico Pai Pobre quase todo ano. Três lições dele mudam a sua próxima arrematação. E tem duas coisas que, do jeito que ele escreveu, te quebram aqui no Brasil.