
Nem toda perda nasce de uma escolha. Algumas nascem da falta de oportunidade para sonhar
O maior limite não é a falta de capacidade. É nunca ter acreditado que outra vida fosse possível.
falo sobre cinema e umas bobeiras.
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O maior limite não é a falta de capacidade. É nunca ter acreditado que outra vida fosse possível.

Quando fazer história no cinema também significa decidir quem poderá assisti-la da maneira como foi concebida.

Às vezes, a fantasia é tão confortável que a realidade deixa de importar

Talvez a diferença entre pretensão e paixão esteja apenas na disposição de descobrir algo novo

Sobre pertencimento, memória e a importância de contar nossas próprias histórias

Homens se quebram, mulheres são quebradas

A melancolia de querer voltar para um momento que talvez nem tenha sido tão feliz

Quando a arte não encontra palco, ela encontra outra forma de existir

Entre o esquecimento conveniente e a memória necessária

Por que a tristeza, quando é bonita, parece mais habitável?

amor nem sempre é afeto, às vezes é só obrigação dita em voz alta

Entre o silêncio do luto e o nascimento da arte — de Hamnet a Hamlet.

O que a pressa revela sobre como a gente vive.

O silêncio como uma forma lenta de desaparecimento em Call Me by Your Name

Quando querer tudo é não ter nada.

Sobre como isso estragou (ou refinou) nossas expectativas.

Ou sobre deixar certas coisas intactas na memória.

Uma identificação com o monólogo de Jo March.

Sobre o incômodo que o sucesso provoca em quem confunde exclusividade com valor.

Sobre salas escuras, atenção inteira e o que se perde quando tudo vira streaming.