
Pelo direito de perder o imperdível
Será que ao tentar aproveitar melhor nossas viagens a gente começou a atrapalhar a experiência de vivê-la?
Aqui, escrevo sobre tudo que me faz pensar (e às vezes perder o sono).
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Será que ao tentar aproveitar melhor nossas viagens a gente começou a atrapalhar a experiência de vivê-la?

Por que uns meses passam voando e outros parecem durar uma eternidade?

Você pode fazer tudo o que está ao seu alcance e ainda assim não chegar onde quer.

Da SOP aos 16 à reposição aos 45: a minha bagunça hormonal e o que aprendi virando a CEO da minha própria saúde.

Eu estava obcecada. Passava 80% do meu tempo falando sobre a Copa, e nos outros 20% eu torcia para que alguém falasse para eu poder continuar falando. Piadinhas à parte, junho foi cheio de reflexões!

Cheguei aos 45 e, pela primeira vez, não sinto que estou melhor que no ano anterior e resolvi escrever sobre isso.

Sobre a vida de imigrante, pertencimento e se sentir em casa

A história de quase 5 anos de encontros mensais e o que eu aprendi sobre conexão e amizades depois dos 30.

Se tem uma coisa que eu invejo nas pessoas é o sono (inclusive, estou preparando um texto sobre isso para logo mais).

E a dificuldade em saber quem está treinando quem.