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Café com caos

Papos sobre a vida, recomendações literárias, divagações & outras coisas que pulsam.

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#64 – "O desejo masculino é covarde"

Sobre homens que recuam diante da intimidade e mulheres que ficam para elaborar ruínas

#63 – Um quase-amor em nove cenas

(Ou: como se livrar de uma ratoeira)

#62 – Trinta e cinco verdades inconsistentes

Em comemoração ao meu aniversário de 35 anos.

#61 – Uma recusa à solidão

Nutrir amizades, compartilhar o cotidiano, fazer da presença uma prioridade inegociável.

#60 – As vontades de amor em tempos de matches

It's a match. Você e um desconhecido poderiam mudar a vida um do outro.

#59 – O que pode um corpo?

Cansativo existir dentro de uma maquinaria de órgãos, mas não tem jeito.

#58 – "Será que você não está girando para o lado errado?"

Meus hobbies incluem: insistir no erro e fingir que não vejo.

#57 – Meu ano de cansaço e desabamento

Ou: O ano do pensamento trágico. (Perdoem, Joan e Ottessa.)

#56 – Obsessão feminina

Ou: como firmar cumplicidades e construir histórias que não nos reduzam aos mesmos estereótipos conservadores de sempre?

[Entre dentes] #02 – Por que acordo com os dentes amolecidos

Ou: uma enseada de delírios noturnos.

#55 – Nove resmungos sobre términos

Leituras de tarô com o ChatGPT, estranhamentos e ausências. Esquecer não vem fácil.

#54 – Nenhum problema (resolvido)

Drummond para perdidos & alguns livros para ler antes do ano acabar.

[Entre dentes] #01 – Os nomes dos mortos

Um conto esquisitinho inaugurando uma seção esquisitinha.

#53 – O que sobra para as mulheres velhas?

Impedidas de ocupar o lugar de mulher desejável, o que tem para a gente fazer no mundo exceto se abandonar de vez? (Sobre A Substância, envelhecimentos e corpos monstruosos.)

#52 – Coisas que digo a mim mesma numa noite de domingo

Ainda vai levar alguns anos até eu perder os dentes.

#51 – Um cemitério de ideias desperdiçadas

Quando eu tinha 25 anos, decidi que começaria um blog para escrever sobre temas recorrentes nessa fase da vida.

#50 – Estratégias de conforto existencial

Entre os sufocos cotidianos, preservar o conforto como tática de sobrevivência.

#49 – Quanto custa esquecer?

Banda Eva, distrações e desastres iminentes.

#48 – O que escolhemos priorizar

É baixa manutenção afetiva ou é só o velho hábito de priorizar relações amorosas em detrimento das amizades?

#47 – "Estou viva e escrevendo"

Vitamina de mamão. Alguns remédios no café da manhã. Tenho tido bastante tempo livre e às vezes uso para morrer, às vezes para estar viva. Flutuo. A psiquiatra diz a palavra: bipolaridade. E de repente tudo parece fazer muito sentido. Vários dias com dificuldade de sair da cama, vendo o mundo acabar; outros com uma eletricidade dourada correndo pelo corpo, uma vontade avassaladora de comer a vida…