Provavelmente você conhece o tênis da Nike que tem os amortecedores à mostra.
Talvez até ache esse design incrível, e tenha ou já tenha tido um par.
Mas o que você talvez não saiba é que a tecnologia das bolsas de ar já existia havia quase uma década nos modelos da Nike. Eles só não mostravam isso.
A inovação estava lá. O desempenho estava lá. Mas, visualmente, ainda parecia só mais um tênis de corrida.
A virada veio quando o designer Tinker Hatfield se inspirou no Centre Pompidou, em Paris, um prédio famoso por deixar visível do lado de fora aquilo que normalmente seria escondido na estrutura.
E ele pensou: por que esconder justamente a parte mais inovadora do produto?
Foi assim que nasceu o Air Max 1.
E é por isso que design não é sobre desenho. É sobre pensamento. Sobre perceber uma ideia forte e encontrar a forma certa de torná-la visível.
Design não é “desenhar”. É “projetar”.
Existe um antes/depois na vida do designer.
É quando ele entende que design é uma metodologia com a qual podemos resolver uma ampla variedade de desafios pessoais, sociais e empresariais por meio de novas maneiras criativas.
Design Thinking é o processo de identificar necessidades humanas e criar novas soluções usando as ferramentas e o modo de pensar dos designers.
O valor do design não está apenas na estética. Na verdade, o valor real, aquele que é comprado pelos clientes, está no que esse jeito de pensar pode fazer por eles.
E, quando você percebe isso, sua carreira muda de direção.
Você deixa de ser percebido como um “fazedor de artes” e passa a ser visto como um especialista.
No mercado de design de marcas, o processo é o mesmo. O Design Thinking continua presente, sendo aplicado ao método de estratégia de marca que acontece antes de o design gráfico assumir a parte da identidade.
Primeiro estratégia. Depois design gráfico.
Essa é a diferença entre o projeto de $1k e o de $20k. Entre o cliente que pede desconto e o cliente que confia e escuta. Entre o designer que pega jobs e o designer que lidera projetos. Entre o fazedor de artes e o parceiro estratégico.
Eu me lembro muito bem de quando descobri isso na minha carreira.
Não foi sozinho. Foi pagando caro para aprender com profissionais mais experientes, que já tinham a carreira que eu almejava ter.
Foi quando eu saltei de R$ 600 por uma identidade visual para R$ 13k por um projeto de marca. Isso em 2014.
Foi quando eu ganhei meu primeiro selo no Behance.
E foi quando meu cliente não só reconheceu o valor do que eu fazia, como passou a me chamar de “designer de negócios” e a falar de mim para os amigos.
No próximo sábado acontece o workshop onde mostro tudo isso. Tudo o que é preciso para gerar esse antes e depois na carreira de um designer.
O formato de 6 horas é a única forma que encontrei de transmitir cada detalhe para que você consiga realmente entender e começar a aplicar. Eu sei que não é para a maioria.
Faltam poucos dias, e temos poucas vagas.
→ Clica aqui para garantir seu acesso.
*Se você não puder estar ao vivo, depois da inscrição aparece a opção de comprar a gravação.
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Ótima semana,
LONA.

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