É frequente me perguntarem “o que você diria para si mesmo quando estava começando”.
E, embora as pessoas geralmente esperem alguma dica específica que tenha feito toda a diferença na minha jornada, a verdade é que eu diria apenas: não pare.
Essa imagem representa melhor do que eu conseguiria em palavras.
Este ano completo 15 anos de carreira. 11 anos empreendendo no mercado criativo.
É impossível não lembrar do discurso do Steve Jobs sobre os pontos que só se conectam quando olhamos para trás.
A verdade é que, na maior parte do tempo, existe mais esforço do que resultado. E, durante todo esse esforço, a última coisa que temos são certezas. É exatamente aqui que a maioria desiste.
Veja, eu fiz escolhas erradas ao longo de todo o caminho. E, com certeza, continuarei fazendo. Porque o caminho nunca acaba.
É fácil olhar de fora e dizer que tudo o que eu fiz me trouxe até aqui, que tudo faz sentido. Mas, lá atrás, eu não tinha a menor noção se fazia ou não sentido. Ou sequer se eu estava evoluindo.
“Fall in love with the craft.”
Eu escolhi o design.
Eu escolhi o branding.
E eu escolhi lutar para trabalhar sob os meus próprios termos.
E foi foda.
Foi difícil pra caral**.
Na maior parte do tempo, eu não sabia exatamente o que estava fazendo. Nem se aquilo era a melhor opção disponível.
Mas eu decidi acreditar que era possível construir uma carreira em que profissão e identidade coexistissem.
E hoje, este texto é para te dizer que eu estava certo. É possível, sim. E vale a pena.
Eu ensino meus alunos e clientes que só é possível se diferenciar e construir um posicionamento proprietário através da autenticidade.
Ninguém pode ser você melhor do que você mesmo. Você é o seu nicho.
E hoje, olhando para trás, consigo enxergar que tomei essa decisão conscientemente há cerca de 8 anos.
Foi quando passei a olhar de forma mais inteligente e sincera para as decisões que estava tomando na minha carreira. E percebi que muitas delas não vinham de mim, mas de uma ideia do que eu achava que deveria fazer, ou do que esperavam que eu fosse.
Hoje, minha identidade se transformou na maior força do meu valor profissional. Naturalmente, ficou muito mais difícil para concorrentes competirem comigo. E muito mais fácil para os clientes certos me encontrarem.
Por isso, independente de onde você esteja enquanto lê este texto, não pare.
Siga a sua intuição. Escute a si mesmo. Tente silenciar um pouco o barulho ao redor.
E acredite: a sua identidade é o seu maior superpoder.
Estou indo para o RJ.
Até semana que vem.
Ótima semana.
LONA
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