Daniel Heise fundou 15 empresas entre 1999 e 2015, somou 51 sócios pelo caminho e vendeu a Scup para a Sprinklr por US$ 75 milhões — hoje é General Partner da DGF Investimentos e board member da Tractian.
Mas a história real vai muito além dos números: é sobre como um trader do lendário Banco Matrix — trabalhando direto para os criadores do Plano Real — largou a mesa de operações em busca de propósito, montou uma incubadora de internet em 1999, criou o primeiro e-commerce de ingressos de futebol do Brasil, construiu o primeiro chat online do país, se mudou para os Estados Unidos, descobriu na Sprinklr que jogava a Champions League da tecnologia — e atravessou a mesa para se tornar o investidor que apoia empreendedores na internacionalização e go to market à nova geração de founders brasileiros.
Neste episódio, exploramos o plano de 20 anos para o Brasil dentro do Banco Matrix, a jornada da Web 1.0 à Web 2.0 que culminou na Scup e na venda para a líder global do setor, o aprendizado com Neeraj Agrawal (criador do T2D3) e John McMahon (o pai dos CROs do software americano) de que vendas é ciência, o método Force Management e os três porquês que levam a conversão de 10% a 90%, por que o founder precisa se mudar para o país da expansão, a decisão de virar GP da DGF aceitando a proposta sem nem saber os termos — depois de duas décadas como investido e investidor do fundo —, o investimento na Tractian ainda na garagem e os sinais inegociáveis de integridade, resiliência e inteligência na avaliação de empreendedores.
Foi uma honra receber Daniel Heise, General Partner da DGF Investimentos, que topou revisitar essa trajetória comigo.
Mais Aura!
Capítulos
(0:00) Introdução
(0:39) Do Banco Matrix ao propósito
(4:45) Internest, Ingresso Fácil e o Grupo Direct
(8:46) Scup, Web 2.0 e a venda pra Sprinklr
(14:53) Go to market como ciência: Force Management
(26:25) Internacionalização e o tamanho do sonho
(37:19) 51 sócios e a escolha da DGF
(42:00) Aprendizado vivido vs. observado
(47:10) Como avaliar empreendedores e produtos
(57:38) A pergunta da gentileza

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