As peças de segunda mão fazem parte de uma trend crescente no mundo da moda. Brechós, upcycling e consumo consciente são algumas palavras que tomaram conta da internet, não só no nicho ambientalista, mas também nos grandes veículos da indústria fashion.
Dentro da Geração Z - nascidos entre 1995 e 2010 - existe uma busca cada vez maior por marcas que tenham transparência e responsabilidade sobre o impacto que geram. A maioria prefere consumir marcas que demonstram responsabilidade ambiental e contribuem para as comunidades locais (Meta e WGSN). Mas por que será que isso acontece?
As peças de segunda mão são apenas uma etapa da moda circular, que pode ser definida como uma revolução no ciclo padrão da moda, onde aquilo que seria descartado é ressignificado e ganha novas funções e donos.
Esse movimento chamou a atenção das próprias marcas, que passaram a enxergar o mercado circular não apenas como uma tendência, mas como uma nova oportunidade de se relacionar com consumidores e dar novos caminhos para suas peças.
O que costumava ser pensado para durar pouco, agora é cobrado para durar e servir não só um, mas vários donos ao longo dos anos. Essa preocupação se torna cada vez maior em uma realidade onde a indústria da moda é a segunda mais poluidora do mundo (Global Fashion Agenda).
A circularidade acaba unindo dois lados da mesma transformação: consumidores que querem fazer escolhas mais conscientes e marcas que buscam construir uma relação mais sustentável com seus produtos e sua comunidade.
Esse texto foi uma colaboração com o Mercado Único, veja o post:
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