A Política Levada A Sério. Da União Europeia a Portugal, sem esquecer o mundo, escolhemos e explicamos em breves sínteses os eventos mais importantes do dia. Sem publicidade, sem clickbait, sem propaganda, sem mentira. Informar, em vez de persuadir.
Os EUA não têm alavancagem em Ormuz e deixaram correr o tempo a favor do Irão. Quem decide se os navios voltam a Ormuz é o mercado segurador, que está suspenso do acordo entre Teerão e Mascate.
Nos Estados Unidos, socialismo passou a significar saúde, rendas e creches. A esquerda europeia cita-os e vai a votos em setembro, antes do teste americano de novembro.
São necessários três conjuntos de assinaturas e só o primeiro, com Montenegro e Meloni, está firmado. Faltam a decisão dos ministros da Defesa dos membros da OCCAR e o contrato industrial final
A ministra da Justiça acionou a Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça e uma avaliação interna à liderança de Luís Neves, sem que os fundamentos dessas diligências tenham sido tornados públicos
A entrada em massa durou 24 horas e não passou ninguém para a Europa continental. A fratura política que abriu na União Europeia durou 72 horas. Um grande e maravilhoso sucesso para os inimigos da UE.
Um país-membro da União Europeia foi atacado e em vez de solidariedade, a maioria dos outros alinhou com os atacantes. Uma esquizofrenia que dificilmente as instituição da UE poderão sarar.
A entrada massiva em Ceuta abriu uma ofensiva europeia contra Schengen. Lisboa declarou preocupação e articulou a GNR com Espanha, mas decidiu não fechar a fronteira. E bem.
A imprensa europeia noticiou o valor como recorde. Medido à escala da Alphabet, é menos de um dia de receita. O que distingue esta decisão das anteriores não é a coima, é o prazo de sessenta dias.
Co-produção de mísseis Patriot autorizada, Senado dos EUA aprova sanções à Rússia e um grande ataque a uma refinaria russa, tudo em 30 horas. Cedo para falar em volte-face, mas Ucrânia marca pontos.