Em 2013 estive em Portugal e voltei com alguns – ok, vários livros publicados pela Cinemateca Portuguesa.
Incluindo uma compilação das folhas de sala das exibições dos filmes do Howard Hawks, um catálogo Philippe Garrel e um catálogo Robert Kramer.
Os quais nunca mais vi depois de 2013. Desde então, achei que os tinha perdido em alguma mudança, ou mesmo antes de retornar para a cidade em que morava na época.
Há duas ou três semanas, ajudando um parente a mexer em umas estantes com caixas cheias de livros, tive a surpresa de descobrir em uma dessas caixas essas três publicações.
Na volta para casa com os livros, o primeiro que tive tempo de ler foi o catálogo Kramer, que eu não lembrava que abria com um texto do Adriano Aprà.
Foi esse texto que resolvi disponibilizar aqui após assistir pela primeira vez Walk the Walk, um filme que o Lucas Baptista descobriu há uns dois anos e havia adorado na ocasião.
O texto do Aprà:
Logo após assistir ao filme, troca de impressões com o Lucas e o Fábio Visnadi, a qual me levou aos seguintes comentários:

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