recuo
Estudo com 3,5 mil companhias indica que o número de propostas ESG barradas em conselhos subiu 146% entre 2024 e 2025, enquanto o apoio dos acionistas caiu para 15%, em movimento que inclui o desmonte de iniciativas de D&I. | Valor Econômico
potencial
Empresa Prateados surge para conectar marcas ao público 60+, propondo modelo B2F (business to family) como resposta à distância entre a forma como o mercado se comunica e como essa população consome e vive a maturidade. | PropMark
inovou
Avon lança campanha com pele humana bioimpressa para estudar e comunicar os efeitos da menopausa. | Meio & Mensagem
novas perspectivas
Warner Bros. Discovery seleciona 10 participantes para o programa Narrativas Negras Não Contadas, com 596 projetos inscritos e três produções finais previstas para a HBO Max. | Exame
começa cedo
Escolas ampliam projetos para enfrentar machismo e misoginia diante da normalização de violência, cyberbullying e sexualização entre adolescentes. | Folha de S.Paulo
expectativas em estereótipos
Estudo mostra que líderes mulheres são mais cobradas por suporte emocional e julgadas com mais rigor do que homens. | Você S/A
dívida
Relatório do Banco Central mostra que mulheres negras pagam as maiores taxas de juros do país, chegando a 140% ao ano. | Folha de S.Paulo
misoginia
Afastamentos de mulheres do trabalho por violência cresceram 313% em quatro anos. | Notícia Preta
limitado
Especialistas apontam que apenas 1,5% dos R$ 5,8 bi mobilizados pela filantropia no Brasil são destinados à igualdade de gênero e direitos LGBT+. | Folha de S.Paulo
o que não fazer
MP investiga prefeitura de Santa Maria (RS) por submeter professoras a perguntas sobre gravidez, ciclo menstrual e uso de contraceptivos em processo admissional, prática que pode configurar discriminação de gênero e violação de dados sensíveis. | G1
reparação
Justiça condena a Casa dos Frios a indenizar em R$ 15 mil cliente negro impedido de entrar na loja. | G1
desamparo
Justiça condena empresa a indenizar em R$ 10 mil auxiliar de cozinha demitida cinco dias após diagnóstico de câncer, reconhecendo a dispensa como discriminatória e violação de direitos fundamentais da trabalhadora. | CNN Brasil
nem 1 segundo de paz
Hamburgueria é investigada após oferecer salário maior para mulheres que aceitassem trabalhar com decote e roupas curtas. | G1
suporte
Câmara aprova criação de selo para empresas que apoiam mães atípicas, reconhecendo práticas como jornada flexível e suporte financeiro. | Você RH
ainda falta
Mulheres seguem sub-representadas nas disputas majoritárias de 2026, mesmo sendo 52,47% do eleitorado. | Exame
xô redpill
Influenciador Breno Faria, criador do canal “Café com Teu Pai”, é denunciado ao MPF por conteúdos que reforçam estereótipos de gênero e naturalizam dinâmicas desiguais entre homens e mulheres. | UOL
futuro
Fly Educação, em parceria com o Itaú, oferece 30 vagas gratuitas em Data Science e IA para mulheres LGBT+ de periferias. | CNN Brasil
papel fundamental
Em artigo, especialista aponta que mídias e algoritmos amplificam a violência de gênero ao reforçar estereótipos e direcionar conteúdos distintos para meninos e meninas. | Folha de S.Paulo
preconceito
Silvia Fazio, presidente da Women in Leadership in Latin America (Will), aponta que, apesar do avanço de políticas de D&I, mulheres 50+ seguem sub-representadas em posições de poder, ocupando apenas 12% dos conselhos. | Valor Econômico
experimento social
Após ter um burnout, analista de dados transforma a própria imagem em experimento em dois meses para se aproximar do “padrão” feminino e monetizar nas redes. | Folha de S.Paulo
Fanon, pré-estreia em 20/04 no Espaço Petrobras de Cinema, depois em cartaz nos cinemas
Fanon chega em boa hora: uma cinebiografia sobre Frantz Fanon, intelectual martinicano, psiquiatra e pensador incontornável para quem quer entender colonialismo, violência e emancipação. Dirigido por Jean-Claude Barny e estrelado por Alexandre Bouyer, o longa acompanha especialmente o período em que Fanon atuou na Argélia, quando sua prática clínica e sua reflexão política se entrelaçam de forma decisiva. No Brasil, a estreia comercial está marcada para 14 de maio de 2026, depois de sessões especiais como a pré-estreia promovida pela Folha de S.Paulo.
É uma boa ideia para quem gosta de cinema que não se limita a contar uma vida, mas ajuda a iluminar ideias que seguem ecoando no presente. Ao revisitar a trajetória de Fanon no centro das tensões da Guerra da Argélia, o filme costura pensamento, coragem e humanidade sem transformar seu personagem apenas em símbolo. Fica a dica para quem busca uma obra politicamente potente, historicamente relevante e capaz de reverberar muito depois da sessão.
O que elas viram: fotolivros históricos de mulheres, 1843–1999, mostra no IMS Paulista
Para quem gosta de fotografia, livros e recortes menos óbvios da história da arte, a mostra é um dos mais interessantes em São Paulo. A exposição reúne 106 fotolivros produzidos por mulheres ao longo de mais de 150 anos, propondo um percurso que reposiciona autoras muitas vezes deixadas à margem das narrativas mais conhecidas sobre a fotografia. A entrada é gratuita, e a visitação vai até 2 de agosto de 2026.
Mais do que uma mostra para especialistas, é uma experiência que amplia repertório e afina o olhar. Ao colocar em primeiro plano a fotografia em formato de livro, a exposição também chama atenção para a força da edição, da sequência e da construção da narrativa visual, além de abrir espaço para nomes pioneiros e contemporâneos em um mesmo panorama. É uma ótima pedida para quem quer ver arte com tempo, contexto e descoberta.
Datas: 17/3 a 2/8/2026
IMS Paulista: Avenida Paulista, 2424, São Paulo/SP
Entrada gratuita.
Se você ainda não conhece o trabalho da Salemm, também conhecida como Fotogracria, vale chegar com tempo.
Nascida e criada na Rocinha, o ponto de partida do trabalho dela é romper com as narrativas já prontas sobre a favela. Não a partir de um discurso genérico, mas de uma perspectiva interna, de quem vive o território e decide construir outras imagens possíveis. O que aparece nas obras são cenas, corpos e composições que afirmam beleza, identidade e pertencimento, atravessando fotografa, escultura 3D e inteligência artificial sem hierarquia entre linguagens.
Ao longo dos últimos anos, o trabalho foi ganhando diferentes escalas: de formações e residências no Rio a exposições no Brasil e fora, passando por festivais, museus e plataformas digitais mais experimentais.
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Até a semana que vem!

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