negociação
Estudo aponta que homens usam propostas de concorrentes com mais frequência para negociar aumento de salário no emprego atual, prática que pode explicar cerca de metade da diferença salarial entre homens e mulheres na mesma função e empresa. | G1
agora é que são elas
Pesquisa mostra que mulheres devem representar 60% da torcida do futebol feminino nos próximos anos, destacando a modalidade para marcas que querem se associar a equidade de gênero antes da Copa de 2027. | Meio & Mensagem
dominou o feed
FIFA registrou quase 90 mil publicações ofensivas nas redes sociais durante a Copa, enquanto levantamento da Nexus mostra que o debate sobre racismo gerou quase 900 mil interações em 24 horas e alta de 20% nas buscas pelo tema no Google. | UOL e CNN Brasil
poder ainda tem gênero
Pesquisas indicam que mulheres ocupam apenas 5,2% dos cargos de CEO e 21,1% das cadeiras em conselhos de administração de companhias abertas no Brasil. | Meio & Mensagem e Exame
acessibilidade não é favor
Uber é multada em R$ 384 mil após motorista se recusar a levar atleta cego com cão-guia em Florianópolis. | G1
porta de entrada
Mercado Livre abre 28 mil vagas em logística com exigência de ensino fundamental completo e sem experiência anterior, incluindo oportunidades afirmativas para pessoas com deficiência. | Valor Econômico
empatia
L’Oréal lança guia e treinamento para orientar profissionais de beleza no atendimento a clientes autistas, com práticas de previsibilidade, redução de estímulos sensoriais e acolhimento. | Folha de S.Paulo
liderança em rede
Entidades da comunicação articulam ações para ampliar a presença de mulheres nos espaços de decisão para fortalecer representatividade, cooperação e pautas de diversidade no setor. | Meio & Mensagem
não basta contratar
Publicis Groupe Brasil lança programa de mentoria para profissionais negros. | Meio & Mensagem
em lata
Amstel Vibes lança edição limitada para o Orgulho LGBT+ e destina 100% da receita das vendas em comércios parceiros a organizações da comunidade. | Meio & Mensagem
limpando a barra
Corinthians lança o portal “Respeita as Minas” em parceria com a Fatal Fans, reunindo informações sobre tipos de violência contra a mulher, sinais de alerta e canais de atendimento, em iniciativa criada após o clube fechar patrocínio com a plataforma de conteúdo adulto. | UOL
canal aberto
Grupo Bandeirantes lança campanha multiplataforma contra feminicídio e violência doméstica. | Meio & Mensagem
cota fiscalizada
MDB e União Brasil criam mecanismos para incentivar e fiscalizar candidaturas femininas após denúncias de fraude à cota de gênero. | Folha de S.Paulo
proteção
São Paulo inicia implementação de protocolo antirracista em bares e restaurantes. | Notícia Preta
qualificação
MOVER abre 8 mil vagas gratuitas em cursos on-line para pessoas negras, com formações em liderança, oratória, programação em Python e marketing estratégico. | Você RH
na gestão
Em entrevista, Eduardo Paiva, diretor de D&I da L’Oréal Brasil, defende que D&I precisa sair do discurso e entrar na gestão, com métricas, metas e ferramentas para reduzir vieses em recrutamento, desenvolvimento e avaliação de desempenho. | Folha de S.Paulo
herança colonial
Historiador Andrew S. Curran discute como a ideia de raça foi construída como ficção com aparência científica, sustentando escravidão, colonialismo e hierarquias que ainda moldam debates sobre identidade, diversidade e cidadania. | Valor Econômico
pausar é urgente
Executivas discutem a pausa como parte da liderança e da cultura corporativa, em debate que conecta saúde mental, sobrecarga das mulheres e a responsabilidade das empresas em não transformar produtividade em exaustão. | Meio & Mensagem
memória
Caixa e Arquivo Nacional negociam acordo para digitalizar 158 cadernetas de poupança de pessoas escravizadas no séc. XIX, preservando registros que ajudam a investigar o papel da instituição financeira na gestão de recursos ligados à compra de alforrias. | Alma Preta
Cinema Diversidade, no Itaú Cultural Play
A série documental Cinema Diversidade, dirigida por Lufe Steffen, revisita a produção audiovisual LGBT+ brasileira e mostra como cineastas, artistas e pesquisadores abriram espaço para narrativas que, durante muito tempo, permaneceram às margens das telas e da memória cultural do país.
Dividida em dez episódios, a produção percorre diferentes épocas, regiões e linguagens, abordando temas como juventude, lesbianidade, identidades de gênero, desejo e resistência. Para além de reunir filmes com personagens LGBT+, Cinema Diversidade reconhece o trabalho de quem enfrentou preconceitos e limitações para criar novas possibilidades de representação — e ajudou outras pessoas a se enxergarem no cinema brasileiro.
A série pode ser assistida gratuitamente no Itaú Cultural Play. Basta acessar a plataforma, criar uma conta gratuita e buscar por Cinema Diversidade.
A dança das palavras, livro de Kate Rolfe
Para algumas crianças, as palavras permanecem quietinhas sobre o papel. Para outras, elas parecem dançar, trocar de lugar e escapar justamente quando estão prestes a ser compreendidas. É a partir dessa experiência que Kate Rolfe constrói A Dança das Palavras, livro inspirado em sua própria relação com a dislexia.
Com delicadeza e criatividade, a obra aborda os desafios da leitura sem reduzir sua protagonista às dificuldades que enfrenta. Em vez de buscar uma única maneira “correta” de aprender, a história valoriza outros ritmos, caminhos e formas de perceber o mundo. Uma leitura sensível para crianças e adultos, capaz de abrir conversas importantes sobre acolhimento, confiança e o direito de cada pessoa encontrar seu próprio jeito de aprender.
#acessibilidade: a capa tem um fundo rosa coral. No centro, uma criança ilustrada deitada de costas sobre um amontoado de letras brancas espalhadas. A criança usa óculos redondos, blusa azul de tricô, calça azul-escura com pequenas estampas e meias brancas. Uma das mãos está levantada, apontando para uma pequena borboleta branca. Ao lado direito há um livro azul aberto na posição vertical.
Com bom humor e uma dose necessária de provocação, Mariana Torquato transforma situações cotidianas em oportunidades para falar sobre capacitismo, acessibilidade e autonomia. Jornalista e criadora do canal “Vai Uma Mãozinha Aí?”, ela mostra como muitas das barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência não estão em seus corpos, mas nos espaços, comportamentos e regras que ainda insistem em ignorar diferentes formas de existir.
Seu conteúdo informa sem recorrer ao tom professoral e questiona aquela velha tendência de enxergar pessoas com deficiência apenas pelas lentes da limitação ou da superação. Entre reflexões, experiências pessoais e cenas bem-humoradas, Mariana nos ajuda a reconhecer preconceitos que, muitas vezes, passam despercebidos, e a compreender que inclusão também começa pela maneira como olhamos, falamos e nos relacionamos.
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Até a semana que vem!

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