RSS Amplifier

filmesdearthur · Jan 2, 2025

Os melhores filmes de 2024 | Top 10

0
Sign in to vote or save

This page did not load. You can still read it on the original site — the toolbar below keeps your place in the directory.

A seleção oficial do ano, a verdade absoluta sobre cinema totalmente baseada na minha opinião.

Bom, feliz ano novo para todos que estiverem lendo esta edição. Queria fazer um breve comentário também sobre o próximo post, que ainda será um ranking de filmes, mas será dos melhores filmes que assisti em 2024, no geral. Pensei em fazer os dois em uma edição só, mas iria ficar muito grande, então melhor separar. Tinha até uns planos para incluir séries, mas, sinceramente, não foi um ano em que assisti a muitas séries, então vamos nos limitar apenas aos filmes.

2024 não foi um ano em que assisti a muitos filmes lançamentos. Talvez você que esteja lendo esteja sentindo falta de alguns títulos aqui, mas, se ele não está na lista, ou eu vi e não gostei, ou só não vi mesmo.

10. Assassino por Acaso (Hit Man), de Richard Linklater

Linklater é um diretor com um extenso currículo de excelentes filmes, e Hit Man é mais um deles. Trata-se de uma ótima comédia romântica, protagonizada por Glen Powell e Adria Arjona, atores cuja capacidade eu sinceramente não conhecia, mas que se mostraram ótimos. Glen Powell, obviamente, centraliza os holofotes, já que ele é um dos atores mais cobiçados de Hollywood. Nesta atuação, entrega charme, intensidade e carisma.

9. Greice, de Leonardo Mouramateus

Greice foi uma das gratas surpresas do ano para mim, especialmente em um ano que foi muito especial na minha relação com o cinema brasileiro. Assisti a uma quantidade satisfatória de filmes nacionais e descobri um pouco mais sobre a história do cinema no nosso país. Explorar a contemporaneidade e ver como o Brasil continua produzindo tanto, mesmo com suas limitações, foi parte deste aprendizado. Greice é prova disso: um filme extremamente simples, mas que carrega um universo incrível. A protagonista é amiga das circunstâncias e transforma mentiras em verdades (171 pra caramba).

8. Chime, de Kiyoshi Kurosawa

O primeiro terror da lista, em um ano repleto de ótimos filmes do gênero. Chime constrói um terror de sensações, como é especialidade do diretor. Durante quase todos os 45 minutos do filme, há uma sensação constante de que algo está errado. Essa atmosfera maléfica e caótica cresce diante de nossos olhos, assombrando o protagonista. Apesar de certa formalidade que me distancia em alguns momentos, Kurosawa entrega mais uma obra marcante.

7. Alien: Romulus, de Fede Álvarez

Finalmente um respiro para essa franquia! Em meio a uma enxurrada de remakes e sequências na indústria, às vezes surgem coisas boas, e o novo Alien é uma delas. O filme traz equilíbrio entre a ação e o terror que marcaram a franquia. Apesar de ter seus baixos, como a tentativa de abarcar uma grande quantidade de temas, ainda é uma obra que traz frescor. Cailee Spaeny é uma das grandes estrelas de 2024 e, com sua performance, mostra que pode protagonizar grandes filmes.

6. Ainda Estou Aqui, de Walter Salles

O grande queridinho do ano e a esperança brasileira no tão sonhado Oscar. Ainda Estou Aqui é um filme que ficará marcado na história do cinema nacional, com potencial para brilhar nas premiações. É uma obra madura, que trata a imagem com delicadeza e representa a memória de forma poética. Apesar de alguns pontos que poderiam ser melhorados.

Assim como todos os tupiniquins deste país, estarei na torcida por todas as premiações possíveis, mas não precisamos delas.

5. Cidade; Campo, de Juliana Rojas

Mais um brasileiro, desta vez dirigido por Juliana Rojas, que se tornou uma das minhas diretoras favoritas. Cidade; Campo explora a relação das pessoas com o trabalho em duas histórias de migração, mostrando como a mudança de espaço afeta nossas relações pessoais e profissionais. Apesar de a primeira parte ser mais forte que a segunda, a diretora mantém o rumo e insere elementos de vários gêneros com maestria.

4. Furiosa: Uma Saga Mad Max, de George Miller

Ampliando os horizontes, George Miller constrói uma fábula no universo de Mad Max. A personagem que mais chamou atenção em Estrada da Fúria (2015) finalmente ganhou seu filme solo, que apresenta um mundo mais fantasioso e grandioso que seu antecessor. Não considero superior, mas o diretor traz uma perspectiva diferente, com fortes inspirações nos videogames. Anya Taylor-Joy brilha como uma heroína silenciosa, mas cheia de presença.

3. Look Back, de Kiyotaka Oshiyama

Um dos filmes mais emocionantes que assisti este ano, com apenas um defeito: ele acaba. Baseado no mangá one-shot de Tatsuki Fujimoto, Look Back carrega uma carga emocional que só o audiovisual pode proporcionar. É um soco no estômago seguido de um abraço, contando a história de Kujino e Kyomoto, que se conectam pelo amor ao desenho.

2. Rivais, de Luca Guadagnino

“Nos estamos ainda estamos falando sobre tênis?”

“Sempre estamos falando sobre tênis”

Rivais possui uma energia única que me atrai toda vez que penso neste filme. Em tempos de narrativas tão moralistas, Rivais faz uma combinação ilógica entre tênis e desejo. O triângulo amoroso, encabeçado pelo olhar manipulador de Zendaya, gira em torno de uma partida que é muito mais que apenas um jogo.

Disponível no Prime Vídeo

1. Jurado Nº 2, de Clint Eastwood

Aos 94 anos, Clint Eastwood entrega uma das maiores obras do ano. Jurado Nº 2 é um filme clássico que aborda um homem em conflito com o sistema e a verdade. Eastwood desafia o senso comum e aborda questões sociais que moldaram os Estados Unidos, trazendo uma carga dramática impressionante.

Hollywood parece querer jogar fora um dos grandes gênios de sua história, mas a sua arte é eterna. Esse talvez seja o último filme da carreira do Clint; se for, que ele saiba que somos gratos.


Se gostou, não deixe de perder nenhum futuro post, basta inserir o seu e-mail na caixinha e se inscrever nessa newsletter.

Read on arthurrc.substack.com

Comments

Nothing yet. Say the first thing.

    Sign in to join the conversation.