É fácil ser engolido pelas pendências e B.Os cotidianos. Nessa loucura, deixamos passar milhares de oportunidades de sermos mais gentis — com a gente e com os outros.
“Com licença”, “por favor” e “obrigada” são o básico da educação. Mas pequenos gestos espontâneos e inesperados, que exigem pouco esforço, podem mudar o dia.
O clichê “gentileza gera gentileza” já é quase ciência. Pesquisadores estão usando a epidemiologia pra estudar como esse comportamento pode se propagar feito uma doença, passando de pessoa a pessoa e mudando o clima de escolas, escritórios e vizinhanças inteiras.
Fonte: Greater Good Magazine, centro de pesquisa da UC Berkeley, na Califórnia
“Percebi que a gentileza pode ser algo difícil de ‘vender’. As pessoas desejam um mundo mais gentil, mas muitas vezes se sentem incomodadas com a ideia de praticar boas ações, e pensam demais antes de fazê-las.”
“As pessoas tendem a achar que o que têm a oferecer é pequeno, talvez até irrelevante. Mas quem está do outro lado considera esses gestos significativos justamente pelo fato de alguém estar fazendo algo legal por elas.”
Saiba mais: “How Your Tiny Actions Can Help Build a Kinder Society” (Greater Good Magazine)

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