Se você está me conhecendo agora, prazer! Me chamo Patricia Putz, sou arquiteta e urbanista de formação, trabalhei 6 anos com meu próprio escritório de arquitetura (metade desse tempo foi em sociedade), e empreendi por quase 10 anos no total!
Eu já havia passado por uma “transição de carreira” (entre aspas, porque eu nunca a senti assim), deixando de trabalhar com Arquitetura para me dedicar apenas ao meu trabalho como professora e mentora de autoconhecimento/energética/materialização (apenas, porque eu já havia começado com isso junto da arq).
Sou astróloga autodidata, e aprendi sobre Desenho Humano sozinha também. Adoro ferramentas de autoconhecimento como ferramentas, e pelos últimos quase 4 anos me dediquei a ensinar/mentorar centenas de mulheres em suas vidas e seus negócios.
Até que… a NECESSIDADE de escrever bateu em minha porta e, para abri-la, eu precisei fechar a do empreendedorismo (pelo menos, por hora).
É claro que isso não é uma regra, mas para mim, com dois filhos pequenos (3 anos e meio e 1 ano e 8 meses), etc. etc., eu descobri que o que eu queria para minha vida agora era diferente do que eu sempre quis até aqui. Hence…
Meu marido resumiu bem.
— Seu trabalho sempre foi seu hobby. Mas empreender agora se tornou burden (fardo).
— É… — afirmei.
— E escrever, escrever é hobby de novo.
♥️
Em Janeiro de 2025 eu voltei a escrever. Muito, muito, muito.
No início, só para mim.
Passei o mês journaling (escrevi um caderno A5, recheado, inteirinho). E nessa jornada uma das coisas que eu escrevi pelo menos umas 4-5x foi: “quero começar uma newsletter”. “Começar o Substack”. “Começar o Substack.”
Inicinho de Fevereiro eu criei a The MAGIC Letter aqui :)
(e hoje somos 800+ leitoras maravilhosas!!!)
Em algum momento entre Abril e Maio, conheci a Cynira Helena, escritora, que muito me inspirou na minha jornada!
Eu vi, pela primeira vez, que era possível eu SER escritora. Me denominar assim, viver o mundo assim.
E além da inspo, a Cy também me sugeriu de criar uma news só para minhas narrativas pessoais (uma espécie de auto-ficção), onde fui descobrindo meu estilo de outro tipo de escrita. A escrita de livro.
Poucos meses depois, conversando com uma amiga, começamos um grupo/clube de escrita! Lá, eu senti o que agora vocês já sabem que foi o começo do meu presente.
Praticamente em seguida, por indicação da minha autora nacional favorita, lá estava eu, contratando a Mari, minha mentora (MARAVILHOSA) de escrita. Ela deu corpo, deu sustentação, deu FORÇA para a minha história.
Não só com suas anotações geniais sobre o que eu tinha até então (afinal, já eram 2+ anos pensando nesse livro), mas muito também porque agora eu tinha um compromisso semanal para fazer uma única coisa: falar sobre o meu livro.
Então, mesmo que no resto do tempo eu estivesse 100% focada em trabalho, naquela uma horinha eu era exclusivamente a minha versão escritora.
4 meses depois, eu me tornei unicamente a minha versão escritora em 100% do meu tempo.
(por hora, pelo menos)
((se você está se perguntando como isso é possível: meu marido, que sempre acreditou nos meus sonhos — não só porque davam ou não dinheiro))
gênero: o meu livro é uma ALTA FANTASIA ROMÂNTICA adulta. O que significa? Que você pode esperar uma construção de mundo novo (costumes próprios, política, crenças) & magia (afinal, fantasia). E romântica, porque o romance será CHEF’S KISS!!! hihihi.
O adulta significa que teremos cenas explicitas durante a duologia (a saga que estou escrevendo)? Sim. Mas é tão mais do que isso.
“Adulta” significa que o livro tem tom adulto, personagens adultos (a protagonista está prestes a fazer 28 anos), e que veremos temas intensos ao longo da trama (mas não se preocupe, não é um drama!).
saga: esse é o primeiro livro de uma duologia! Minha primeiríssima saga, que pode-ou-não (*wink wink*) ter um cross-over com a próxima saga… 🙊
(vou ter que editar essa parte do texto quando essa próxima saga for para o mundo, mas vou deixar como esse micro spoiler que certamente será esquecido até lá! Mas que vai dar um gostinho de ‘hmmmmm, acho que tem algo aqui!’).
próximos: uma coisa engraçada é que eu já tenho pelo menos os meus próximos 10 anos mapeados para a escrita, hahaha.
São taaaaantos projetos brotando em meu coração, e cada um leva seu tempo (ainda tenho pouquíssima capacidade de estimativa, na verdade), então imagino que, se Deus quiser, devo passar o resto de uma longa, feliz e saudável vida escrevendo :)
Mesmo se eu voltar a fazer outras coisas em algum momento, não acho que a escrita de livros deixará de fazer parte da minha rotina.
A história se passa no período medieval (+-), entre dois continentes próximos: Onclemi e Aimeric.
Ambos continentes ficam no planeta chamado MAYA, que é uma homenagem (extremamente) direta à minha falecida cachorrinha, Maya.
Inclusive, essa história começou a ir para o papel durante o tratamento quimeoterápico dela… Eu não queria esquecer nenhum detalhe do seu corpinho (e energia, e amor), e o mapa da história foi criado em cima das grandes manchas pretas que ela tinha na barriguinha branca.
♥️
Amor.
O elo inquebrável que o amor cria e cura.
O amor familiar — amor entre irmãs —, o amor das amizades, e o amor romântico.
(afinal, eu sou uma romântica na vida).
ritual: escrever ouvindo a playlist do livro.
especialmente a música que mais vibe com a cena que estou construindo.
Antes do meu filho mais novo começar a escola, eu tinha um apreço grande por escrever à noite, quando as crianças estavam dormindo. Agora, sinto que meu ritual se tornou à tarde, quando a casa está vazia salvo por mim e meu marido — e uma kombucha gelada para me acompanhar nesses embalos criativos.
É tipo meu tim tim de celebração :)
ritmos: estou aprendendo a escrever o tempo todo. No caso, ênfase em aprendendo. Hahaha.
Vejo que meu flow de escrita funciona muito bem quando estou 100% sozinha (de manhã, depois de já ter ficado as primeiras horas do dia com meus filhos, mas antes do meu marido vir ao escritório trabalhar também).
Mas se fosse depender só disso, teria problemas 🤪, então não forço a escrita quando estou com as crianças (ainda não foi necessário, pelo menos), mas às vezes jogo uma ideia mal digitada no bloco de notas enquanto amamento meu filho para sua soneca, por ex.
rotina: ultimamente, com meu filho mais novo começando a escolinha, tenho pela primeira vez em 3 anos e meio, uma janela onde sei que nada vai me chamar. Nada será tão necessário que eu precise parar. Nada vai pedir por mim e só por mim. Então, UAU, esse sentimento é maravilhoso e o estou aproveitando para escrever!
Como o Villas ainda está em adaptação escolar, essa janela é mini: 2h. Para ir - voltar e buscar, fazer um lanchinho, e… escrever! O que me dá uma média de 40-60 minutos para sprints de escrita muito bem aproveitados!)
Eu tenho mais tempo ao longo do dia que isso, como falei, mas em breve terei um total de Q-U-A-T-R-O horas seguidas para aproveitar conforme o vento me chamar! Então espero fazer TARDES INTEIRAS de escrita!!! :)
Mas, falando em rotina, é algo que tenho conseguido fazer todos os dias (úteis). E tem sido tããão especial ver esse livro crescendo, poquito a poquito :)
(o primeiro capítulo foi finalizado dia 18/02 e eu estou emocionada)
(aiiiii! hihihi) // esse é o momento onde eu geralmente falo sobre mim, maaas…
Como eu já me apresentei, vou apenas deixar meus links :)
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