
Vasco Silva: "Saber ouvir é a base de qualquer democracia"
22 profissões invisíveis, um palco montado no recreio e a urgência de ensinar as nossas crianças a ouvir.
O Que Faz Falta está aqui. Com urgência de compreender. Histórias reais. Gente que luta. Ideias que despertam. Se queres pensar, sentir e agir subscreve grátis e não percas nada do que faz mesmo falta, esta é a tua comunidade. A escuta como revolução.
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22 profissões invisíveis, um palco montado no recreio e a urgência de ensinar as nossas crianças a ouvir.
Olá malta, Nos tempos mais recentes devem ter reparado que tenho partilhadoos textos que comecei a escrever para a Visão . E pronto… não é para menos. Fiquei mesmo feliz com isso. Ainda me sinto a descobrir a minha voz. Durante muitos anos escrever da minha forma era automático, mas deixei de o fazer durante algum tempo e agora ainda ando à procura daquele ponto que sinto verdadeiramente meu. Acho…

Portugal tem esta mania de berrar com o televisor. O político é um ladrão, o banqueiro é um bandido, o sistema é podre. Vivemos na ilusão de que a corrupção é um vírus que apenas atinge as elites.

Reflexão sobre o livro de Março/Abril do clube de leitura Livros que Fazem Falta, Living My Life, de Emma Goldman.

Temos um vencedor.

181 civis tentavam levar ajuda humanitária a Gaza. Israel interceptou-os com violência extrema. A Grécia colaborou. Dois activistas continuam sequestrados.

Por que é que "todos nós precisamos" de ir ao Cinema São Jorge? A conversa urgente com Ana Pinto Coelho sobre o medo transversal e o futuro da nossa saúde.

Olá, adoráveis Mecenas! Continuamos na estrada. No ritmo das gravações e da montagem, o calendário nem sempre é linear, mas a procura pelo que “faz falta” não para. O próximo episódio do O Que Faz Falta mergulha num universo que todos consumimos, mas poucos compreendem: o que acontece antes da música chegar aos nossos ouvidos. Read more

A teimosia de não parar. Como uma mesa decorada com cravos de liberdade num lugar longínquo da revolução.

Cinquenta e dois anos depois do 25 de Abril, os arquivos históricos continuam cheios de homens. Esta conversa, propositadamente, não.