Eu já vi muita gente perder a cabeça no mercado. E sabe qual é o maior erro dessas pessoas? Ignorar a nossa régua. No Brasil, o CDI é o nosso adversário mais cruel e silencioso.
Eu olho pra trás e vejo que poucos lugares no mundo te pagam tanto pra você sentar em cima do dinheiro e simplesmente não fazer nada. Aqui, o cara não precisa ler balanço de empresa, não precisa suar frio com a política brasileira e muito menos ver o próprio dinheiro derreter 40% num mês de pânico. A renda fixa abraça o sujeito. E eu te digo de forma bem franca: isso não é normal. É uma jabuticaba nossa.
E é exatamente por isso que, pra eu tirar o meu dinheiro desse conforto e colocar na bolsa, eu preciso de um motivo absurdamente forte.
Direto tem gente que chega pra mim e diz: “Stormer, eu vou pra bolsa porque tá tudo barato”. Tá, mas e aí? Com qual risco? Pra qual prazo? Onde está a sua assimetria? Porque a nossa bolsa bate forte. Eu tomei a bordoada de 2008 na cabeça. Passei pela recessão de 2014, vi o pânico da pandemia de perto. E o CDI? Continuou lá. “Frio e calculista”, sem torcida, pingando na conta e engolindo os aventureiros com o juro composto.
Quem acha que o CDI é coisa de covarde não entende o privilégio que a gente tem na mão. Mas quem acha que ele é o fim da linha... bem, esse cara vai ter uma vida tranquila, mas nunca vai mudar de patamar. O CDI paga tuas contas com folga. Mas a bolsa, meu amigo, quando ela resolve andar de verdade, ela muda a sua história.
Eu lembro perfeitamente do ciclo de 2003 a 2007. A gente vinha de um cenário tenebroso, o dólar nas alturas, um medo generalizado do futuro do país. Não era nada óbvio. Mas o mercado não espera você ficar confortável no sofá pra te dar dinheiro. O Ibovespa simplesmente decolou de 11 mil pra 70 mil pontos.
Depois, entre 2016 e 2019, eu vi o filme se repetir. O Brasil saindo de uma recessão brutal, terra arrasada, e a bolsa explodindo de 60 mil pra mais de 115 mil pontos. Onde a multidão só via desespero, a gente via assimetria. Nessas raras janelas, a bolsa massacra o CDI sem pena. O detalhe é que o assalariado e o torcedor entram quando o negócio já virou notícia no jornal. O investidor maduro de verdade se posiciona muito antes da festa começar.
Hoje, olha pra nossa bolsa. Ela ficou pra trás de tudo. O ouro andou, o dólar andou, o Bitcoin fez o movimento que fez. E o mercado brasileiro foi largado às moscas. Mas é exatamente nesse ponto, no cansaço extremo e na descrença total, que o mercado tira o dinheiro da mão de quem tá confortável demais e joga no colo de quem tem estômago de olhar pra onde ninguém quer.
Eu não estou aqui pra te prometer dinheiro fácil e rápido. Eu deixo isso pros charlatões da internet. Mas eu sinto o cheiro de uma assimetria enorme se formando no gráfico. E isso é algo que eu chamo de “A Terceira Onda”.
Será que o risco já vale a pena pra você sair do conforto absoluto da renda fixa?
É exatamente sobre isso que eu e o André Moraes vamos sentar pra conversar nos dias 3, 4 e 5 de agosto. Serão três noites gratuitas, ao vivo, não pra vender ilusão (como a maioria faz), mas pra ler o mercado de forma dura e séria, de trader pra trader, e te mostrar os sinais que já estão claros na tela.
Se você quer entender como surfar esse ciclo antes da manada acordar, clica no link abaixo e garante a tua vaga.
Não espera a notícia ficar bonita pra agir:
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