Na musculação e em tudo o mais, só há crescimento significativo na falha. Não se deve temê-la, mas ousá-la. Quando se olhar no espelho, sequer se lembrará dela, apenas verá o quanto evoluiu.
Compreensão depende tanto da predisposição de espírito quanto do esforço de comunicação.
O eu passado não sabe o que tem dado certo no presente ou o quão longe cheguei. Devo ter a mesma relação com o eu futuro: a fé de que ele estará melhor do que estou agora.
É impossível corrigir o que passou. A única saída é para a frente, dando-se condições para acertar da próxima vez.
Plante flores, mesmo que não seja você quem as encontrará brotar.
Aprendi com as formigas:
trabalha, mas enche teus dias
com doçura.
Que o coração partido jamais impeça de ouvir Péricles cantar Até Que Durou.
O amor carrega um paradoxo de aceitação. Amar é dispor-se a aceitar o diferente. Ao mesmo tempo, pode levar a situações que você não deveria aceitar. Não há solução fácil para isso, é preciso negociar consigo e com a outra pessoa os próprios limites.
Quem provocou seu pranto não esperará seu riso. A felicidade não se presta à “vingança”. É preciso buscá-la por si própria. Por você.
Falar honestamente das próprias dificuldades traz o risco de colocar-se ou de colocarem você em áreas delimitadas pelo que confessou. Daí a importância de afirmar, com palavras e com ações, ser maior que sua dor. Então a honestidade será libertadora.
Você também machucará, ainda que tenha a melhor das intenções. Escute, aceite, abrace.
Leve de tudo alguma poesia.
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Na porta de saída:
De tudo
se parte um pouco:
da tarde
de cada dia,
da flor
e do jardim onde residia,
da juventude,
dos empregos,
dos que se perdem
para a distância
ou a rotina,
dos sonhos, muitos,
de si mesmo, tantas vezes,
mas nada ensina
a se despedir de quem se ama
— esse partir
completamente.Sua vez: o que já aprendeu com o coração partido?
Outras histórias de amor:
O bom de ser o doido das playlists é que tenho uma trilha sonora para tudo. Desilusão amorosa? Hora de ouvir Adeus a um grande amor.
O Posfácio Podcast produziu um documentário interessantíssimo sobre um tesouro da biografia de Jorge Amado que ficou esquecido por mais de 70 anos. Descubra o mistério da mala do escritor baiano.
A Raisa Monteiro Capela tem um texto que me tocou sobre a epidemia de solidão.
Nesse tema, uma newsletter muito legal que encontrei recentemente foi a Mulheres e a Cidade. A ideia de que a rua é um antídoto para a solidão tem rondado minhas reflexões.
Este vídeo, em inglês, da Dra. Tracey Marks falando sobre como lidar com a vergonha.
Fan Ho sempre será meu fotógrafo favorito.
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Um abraço do Chris
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