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Izabella Camargo - News · Jul 1, 2026

Veja depoimento à imprensa, trouxe detalhes inéditos sobre como foi minha demissão da TV

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Izabella Camargo · Izabella Camargo - News

Nem tudo o que parece uma oportunidade é, de fato, um bom caminho. Às vezes, a promoção exige que você abra mão do descanso. O novo projeto custa os finais de semana.

O reconhecimento vem acompanhado de jornadas insustentáveis. E, sem perceber, você começa a pagar com aquilo que tem de mais valioso: a sua saúde mental.

A melhor oportunidade será sempre aquela que permite que você cresça sem precisar adoecer para isso.

Crédito da imagem: Foto: Getty Images

Trabalhar para viver, ou viver para trabalhar? Depois de oito anos letrando milhões de pessoas e milhares de empresas na bandeira da Produtividade Sustentável, fico muito feliz em saber que a maioria dos brasileiros afirma “trabalhar para viver”, e não o contrário (algo que um dia já foi a regra vigente).

Entre 2024 e 2026, a parcela dos profissionais que concordam com essa afirmação cresceu de 64% para 75%, segundo a nova edição do Índice de Confiança do Trabalhador, do LinkedIn.

Quando olhamos as diferenças geracionais, tenho ainda mais esperança: os mais jovens estão conseguindo descansar mais, sem culpa.

De acordo com o estudo do LinkedIn:

A Geração Z é a menos propensa a permanecer conectada ao trabalho fora do expediente: 35% afirmaram continuar acompanhando questões profissionais durante as folgas, ante 68% dos Baby Boomers.

Profissionais mais jovens também são os menos propensos a sentir culpa por se desconectar – apenas 10% dos trabalhadores da Gen Z dizem se sentir culpados por não trabalhar durante os períodos de folga. Já entre os Millennials, quase três em cada dez (29%) relatam o sentimento, a maior taxa entre todas as gerações analisadas.

Meu alerta para os 25% que ainda “vive para trabalhar”:

Precisamos entender que o descanso faz parte do nosso sistema produtivo e de performance.Quando a pausa é suprimida ou tratada apenas como um intervalo entre entregas, a conta chega.

Ela aparece como cansaço crônico, perda de foco, irritabilidade, esgotamento e, muitas vezes, como um caminho cada vez mais rápido para para o burnout.

Essa lógica do “sempre disponível” não afeta apenas indivíduos. Ela cobra um preço alto dentro das organizações. Não por acaso, quando o descanso é ignorado, os resultados começam a se deteriorar, mesmo com as pessoas fisicamente presentes.

Descansar reorganiza o pensamento, melhora decisões e sustenta a performance no longo prazo. Aprender a descansar é, também, aprender a liderar.

Não existe produtividade sustentável sem pausa e desconexão.

Fonte: LinkedIn Brasil

Leia mais aqui

Crédito da Imagem: Notícias na TV

Em uma entrevista que concedi ao “Programa Flávio Ricco”, da LeoDias TV, relatei detalhes inéditos sobre como foi minha demissão após o burnout, os traumas crônicos deixados pelo esgotamento mental e o isolamento que sofri nos corredores da emissora que trabalhava, após decisão judicial de reintegração ao trabalho.

Se o processo de adoecimento já era difícil, o retorno ao trabalho transformou-se em um pesadelo. Fui demitida no exato dia em que retornei de licença médica, uma atitude que gerou forte comoção no público e apoio nas redes sociais.

A situação ganhou contornos de humilhação quando a Justiça do Trabalho obrigou a emissora a me reintegrar. Em vez de retornar ao posto que ocupava com maestria, fui rebaixada a funções inferiores e passei a enfrentar um isolamento velado. O lugar onde antes realizava meus sonhos tornou-se um ambiente hostil.

Leia a matéria na íntegra aqui e veja no meu instagram (@izabellacamargoreal) alguns cortes da entrevista.

Fonte: Portal e TV LeoDias

Se você sente que sua empresa ainda não está pronta para a NR-1, esta mensagem é para você.

Com a NR-1 em pleno vigor, o cuidado com saúde mental e bem-estar deixa de ser intenção declarada e passa a integrar rotinas, processos e critérios formais de gestão. Vale reforçar: as normas não transformam culturas sozinhas.

Mudanças reais acontecem quando líderes sabem conduzir pessoas sem adoecê-las.

É nesse contexto que comunicação clara e capacitação consistente se tornam estratégicas. Elas organizam expectativas, fortalecem a segurança psicológica, reduzem ruídos, sustentam desempenho e ajudam a prevenir riscos psicossociais antes que eles virem passivo humano, jurídico e financeiro.

Com esse olhar, desenvolvo palestras e treinamentos corporativos, apoiando empresas que querem sair do discurso e estruturar práticas reais de gestão. As soluções conectam saúde mental, EPIs da Saúde Mental, produtividade sustentável e prevenção de riscos psicossociais, com aplicação direta no dia a dia.

💡 Se a sua empresa quer se adequar à NR-1, reduzir riscos jurídicos e amadurecer suas práticas de liderança e gestão, este é o momento.

👉 Fale com minha equipe e conheça nossas palestras e treinamentos corporativos.

Saiba mais

Nesta série especial de retrospectiva do INTERIORIZA, com atletas e profissionais da saúde no esporte, trago a conversa que tive com Aline Wolff, psicóloga de atletas olímpicos e referência em saúde mental e alta performance sustentável.

A profissional que acompanha grandes nomes do esporte brasileiro, incluindo a ginasta Rebeca Andrade, compartilha aprendizados que vão muito além das medalhas e chegam à vida de todas as mulheres que tentam equilibrar múltiplos papéis todos os dias.

Assista o episódio completo aqui

Estou muito feliz em ter sido indicada pela comunidade de RH para o top 5 Palestrantes. Agora a premiação entrou na fase de votação, para que os profissionais da área escolham o primeiro lugar.

Então peço esse voto a você, profissional de RH que acredita nas minhas mensagens e no movimento de criação dos EPIs da Saúde Mental.

Vamos ampliar o alcance da do tema de saúde mental no trabalho, tão importante para as pessoas e as empresas, sobretudo agora, com a chegada da nova NR-1.

Trabalhar é fundamental, mas a vida é uma só e precisamos equilibrar os nossos objetivos pessoais e profissionais para vivermos de forma plena e saudável. Devemos proteger não somente o corpo dos trabalhadores (EPIs físicos), mas também a mente (EPIs da Saúde Mental).

Saúde mental é direito de todos, não privilégio de alguns. Essa é a bandeira que precisamos levar adiante para transformar a cultura corporativa.

Como votar?

✅ Acesse o link da premiação: https://votetopofmindderh.com.br/votacao

✅ Se já tiver cadastro, entre com o seu login, se não faça num instantinho

✅ No menu esquerdo, selecione a categoria Top 5 Empresas - Palestrante

✅ Selecione o meu nome do campo sinalizado: “Izabella Camargo”

Pronto!

Posso contar contigo? Vamos juntas e juntos!

29/06 - Palestra na Pikurruchas em São Paulo - SP.

29/06 -⁠ ⁠⁠Palestra sobre o Método BASE, com Thiago Godoy, online.

30/06 -⁠ 7º Encontro JIZA, online.

03/07 - ⁠⁠⁠Gravação do meu programa Interioriza, em São Paulo - SP.

04/07 -⁠ ⁠Gravação Podcast Lilly & Uol, em São Paulo - SP.

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Fique bem, e até semana que vem!

Um abraço apertado,

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Read the original on izabellacamargo.substack.com

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