Transformamos o trabalho no último lugar onde o adulto brasileiro ainda pertence a alguma coisa. O resultado é um chefe impossível e um colaborador ferido.
Escrevo isso como alguém que passou mais de dez anos olhando o RH de empresas grandes de fora do organograma delas. Já vi programa de estágio virar rito de passagem, já vi demissão bem feita e demissão vergonhosa, já vi cultura de verdade e cultura de banner na parede. E cheguei a uma conclusão incômoda.
O adulto moderno perdeu quase todos os lugares ond…


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