
MORRE-SE: entre a morte e aquilo que ainda chamamos de vida
Há palavras que descrevem.
A minha produção intelectual situa-se no campo da filosofia moderna e contemporânea, em interface direta com a psicanálise e a crítica social, articulando de modo sistemático problemas relativos à moral, à técnica e a subjetividade.
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Há palavras que descrevem.

Há momentos em que ninguém consegue salvar ninguém.

O que aconteceria se pudéssemos voltar a 1965, antes de Woodstock, antes da explosão psicodélica, antes de 1968 e antes de Saquarema se tornar um dos grandes territórios do imaginário do rock brasileiro?

Prepare o volume.

Evoca, perereca, ó musa, sob o capô do Fusca, o desejo dos homens, suas febres e sonhos, pequena criatura que salta pelo brejo, e o capô que, imóvel, desperta a imaginação. Uma conhece o charco, outra conhece o desejo; uma se esconde na folha, outra repousa entre as pernas.

Você está ouvindo FF/FM — a rádio que só toca amor à filosofia, música e literatura.

Você está ouvindo FF/FM.

Há uma pergunta escondida em quase tudo o que Cristina escreve: quanto de nós ainda nos pertence?

No segundo episódio, vamos caminhar pela poesia de Gabriel Fernandes, poeta, professor e pesquisador do litoral norte do Rio Grande do Sul, autor de Flanar dos Passos. Mas caminhar, aqui, não significa simplesmente sair de um lugar para chegar a outro.

Há perguntas que pedem uma resposta.