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O que o Claudio Shikida anda lendo, meu Deus?! · Aug 26, 2026

Tudo o que o governo não gosta é ‘cybercrime’ - Tojo - Férias Frustradas - Substacks de valor - Nostalgia - Empatia unidirecional - Dólar furado.

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Claudio D. Shikida · O que o Claudio Shikida anda lendo, meu Deus?!

Bem vindos ao v(6), n(37) da newsletter.

Tudo o que o governo não gosta é ‘cybercrime’ - Pois é. Quem seria inocente de achar que isto não aconteceria? Detalhes aqui.

Late last year, the United Kingdom, France, China, Iran, Saudi Arabia and dozens more nations signed the United Nations Convention Against Cybercrime, a treaty ostensibly intended to improve global cooperation to fight crimes taking place over computer systems. Canada joined them this summer. The United States remains a notable exception and says it is still reviewing the treaty.

Ou seja, o governo norte-americano ainda é o mais prudente nestes assuntos que envolvem a liberdade individual que já foi mais valorizada no Brasil (mas hoje é alvo de ataques (sua relativização, para mim, é um ataque), inclusive, por acadêmicos do Direito, de onde se esperaria outro posicionamento…

…mas eu sempre sou ingênuo e acho que se alguém jura defender a Constituição, ele o fará. Ou não sou mais tão ingênuo assim? Ou será que é tudo um pesadelo? Ou, pior, será que serei acusado de saiberkrimi?

Tojo - Aproveitei minha curta viagem recente a São Paulo para continuar lendo a biografia excelente de Tojo, o famoso militar japonês da época da 2a Grande Guerra. É uma bela biografia. Vê-se que Tojo era um sujeito bem complicado. Não tinha um milésimo do carisma de Mussolini ou Hitler, mas sua sede de poder não era menor. Quando acabar de ler eu venho aqui comentar mais sobre o livro. Ou não.

Férias Frustradas - Pronto, terminei os quatro filmes originais com Chevy Chase. É sempre bom rir de novo com as comédias dos anos 80 (só os neomaoístas do politicamente correto não gostam do humor do período). É certo que o primeiro é um clássico, mas as continuações são muito boas também. O final do episódio de Natal, em que o primo Eddie sequestra o patrão de Clark (Chevy Chase) parece ser a solução que haviam pensado para o primeiro filme (com o dono do parque que estava fechado), mas que não implementaram.

É, eu assisti ao extra do blu-ray em que eles comentam, dentre outras, sobre as audiências de teste do primeiro filme.

Espera, é o Orlando Tosetto ali? Não era o Victor French?

Substacks de valor - Os alunos do Ibmacro-BH estão com uma newsletter. A publicação é semanal e já estão na segunda postagem. Estar com alunos que buscam se aperfeiçoar é sempre um prazer. Dá trabalho? Dá. Só que este compensa por um motivo simples, antigo até: os alunos têm interesse genuíno em aprender.

O desafio de grupos como este é o de encontrar meios de aprenderem melhor sobre as teorias/modelos que usam em suas análises em meio às restrições de tempo. Lembra muito o que um amigo disse a um mestrando, à epoca em que eu fazia meu doutorado (a turma era uma só, com mestrandos e doutorandos). Indagado pelo novato que não se sentia confortável com a lista de exercícios, ele lhe deu o conselho amigo: aprenda a fazer exercícios agora, depois você aprende a teoria.

No fundo, o que ele estava dizendo era: com os exercícios, você aprende a teoria.

É como exercícios de academia de ginástica: ninguém fica estudando três anos sobre o corpo humano para, então, entrar na academia para se exercitar. Nem mesmo um aluno de Educação Física faz isto. As coisas acontecem quase simultaneamente e, claro, quem deseja saber mais, corre atrás do conhecimento.

O Ibmacro-BH merece sua assinatura. Vai lá. É como aqui: o único preço é o dos segundos que você leva para clicar no botão de assinar após informar o endereço de e-mail no qual deseja receber sua refeição semanal. ^_^

Nostalgia - Hannah tem um longo - e cheio de bons insights - texto sobre a nostalgia entre os mais jovens. Ela nos lembra, no fundo, de algo óbvio: a utilidade que sempre mencionamos em Microeconomia, é subjetiva.

Empatia Unidirecional - Quantas vezes te dizem para você se colocar no lugar dos outros? Nem precisam me dizer: faço este exercício sempre. Chamam isso de empatia (mas poderia ser simpatia). É um bom exercício. O problema é quando quem te pede isso não faz o mesmo. É a empatia unidirecional. Você se coloca no lugar do outro e o outro fica ali, chupando um picolé.

Ao longo da vida, será que uma pessoa consegue equilibrar esta balança? Coloque-se no meu lugar e…não, pensando bem…coloque-se no seu lugar e…não, não…agora pegou mal.

Enfim, só considere o seguinte: antes de pedir que se coloquem em seu lugar, faça um esforço para se colocar em seu próprio lugar. Veja se não foi você quem errou e se errou, converse, peça desculpas.

A única coisa que não funciona é enfiar a cabeça em um buraco no chão. De avestruz o mundo já tá bem acima de sua cota. ^_^

Dólar furado - Conversa com Barry Eichengreen sobre o dólar.

Até mais ler!

(*) até mais ler” foi plagiado do Orlando Tosetto, cuja newsletter, aliás, você deveria assinar.

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Talvez você seja novo por estas bandas. Rapidamente: publico geralmente às quartas. Eventualmente há algumas edições extraordinárias. Assinar (custo = R$ 0.00 + valor do seu tempo para apertar o botão subscribe com seu endereço de e-mail lá…) me ajuda bastante. A temática? De tudo um pouco.

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