Apenas nos primeiros 20 dias de agosto, apoio aos(às) educadores(as) e cursinho preparatório lotam turmas no interior do estado
A luta pela valorização da educação pública ganha força no interior do estado. A organização do trabalho de base, aliada às visitas constantes nas escolas, garante resultados expressivos para o fortalecimento da APP-Sindicato no Núcleo Regional de Mandaguari com mais de 60 filiações em agosto.
“A organização dos trabalhadores e trabalhadoras da educação se fortalece na luta diária e no apoio concreto aos nossos profissionais. O crescimento das filiações comprova que a categoria reconhece no sindicato o seu espaço legítimo de formação, acolhimento e resistência contra retrocessos”, destaca a presidenta da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto.
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Norma que passa a valer para todo o país segue modelo elaborado por professores(as) do Paraná na gestão Requião e desmantelado no atual governo estadual
O Ministério da Educação (MEC) homologou, na segunda-feira (17), novas diretrizes para o ensino e o aprendizado de arte na educação básica. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. O modelo a ser implementado em todas as redes de ensino do país segue a linha das diretrizes construídas por educadores(as) do Paraná na gestão do governador Roberto Requião (PDT), mas que foram fragmentadas na gestão Ratinho Jr. (PSD).
O professor de Arte e secretário de Comunicação da APP-Sindicato, Daniel Popilnicki, avalia que a medida fortalece a disciplina diante da política de redução de humanidades por governos que são contrários ao estímulo do pensamento crítico. “A norma traz um modelo que tem o profissional formado em cada área, possibilita aumentar a carga horária da disciplina e qualifica o desenvolvimento dos estudantes. No Paraná, já tivemos esse formato na gestão Requião, quando o governo do Estado valorizava os professores”, comenta.
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Secretaria da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBTI+ da APP-Sindicato denuncia que estudantes trans tiveram seus “nomes mortos” expostos e o direito ao uso do nome social não respeitado
A Secretaria da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBTI+ da APP-Sindicato manifestou repúdio e solidariedade aos(às) estudantes trans da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que não tiveram o reconhecimento do nome social assegurado no primeiro turno das eleições para Reitoria da instituição, realizado na última segunda-feira (17). Em nota, a pasta afirma que expor publicamente os “nomes mortos” dos(as) acadêmicos(as) trans é uma forma de violência institucional.
“O não reconhecimento da identidade de gênero não pode ser tratado simplesmente como uma inconsistência administrativa ou um problema de natureza operacional. Trata-se de uma situação que cria obstáculos efetivos ao exercício da cidadania, à participação política e ao respeito à dignidade de cada pessoa”, diz o texto.
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O encontro aprofundou os temas em palestra ministrada pela Prof.ª Dr.ª Marion Brepohl, que falou sobre o voto religioso
Educadores(as) aposentados(as) participaram nesta quarta-feira (19) do encontro macrorregional do Coletivo de Aposentadas(os) da APP-Sindicato. Realizado na sede estadual da entidade, o encontro reuniu cerca de 70 trabalhadores(as) para debater os rumos da luta diante do período eleitoral, momento fundamental de decisão de qual projeto político representará a categoria nos próximos quatro anos.
“É imprescindível que realizemos uma análise criteriosa ao selecionar nossos candidatos. Devemos examinar minuciosamente o histórico de cada postulante, considerando suas trajetórias políticas, alianças firmadas e, fundamentalmente, suas propostas voltadas ao público feminino”, afirma a secretária de aposentadas(os), Elisa de Lima Muller.
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