RSS Amplifier

Boletim da APP-Sindicato · Aug 7, 2026

Boletim da APP – 07/08/26

0
Sign in to vote or save

APP-Sindicato · Boletim da APP-Sindicato

Agosto celebra o marco histórico que consolida a importância e os direitos da categoria

Mobilização por valorização, realizada em 21 de abril de 2022. Foto: Arquivo APP-Sindicato

O dia 7 de agosto marca a sanção da Lei Federal nº 12.014/2009, que alterou o Artigo 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). A conquista garantiu o reconhecimento formal das(os) funcionárias(os) de escola como profissionais da educação. Esta mudança não veio por acaso: foi fruto de intensa mobilização em todo o país pelo reconhecimento do caráter educativo e pedagógico do trabalho desenvolvido por cada uma e cada um desses trabalhadores no cotidiano escolar.

“A escola abre os portões, a merenda alimenta o futuro, o chão limpo sustenta os passos. Mas onde se esconde o valor de quem faz a educação acontecer todos os dias?”, indaga a secretária de Funcionários(as) da APP-Sindicato, Nádia Brixner.

> Clique e leia a matéria completa <

A invisibilidade e a precarização dos funcionários escolares são analisadas pelo agente educacional Julio Cesar Baluta neste artigo sobre a falta de valorização da categoria

APP-Sindicato faz a defesa da valorização dos(as) funcionários(as) de escola - Foto: Altvista / APP-Sindicato

Em seu texto, o agente educacional Julio Cesar Baluta discorre sobre a invisibilidade e a precarização dos funcionários escolares na rede estadual do Paraná, contextualizando-as com a falta de valorização por parte da gestão escolar, dos políticos e do governo do Estado em relação aos profissionais que mantêm a máquina escolar em funcionamento.

“O Dia da(o) Funcionária(o) Escolar deve ser um lembrete incômodo e constante de que a qualidade da educação pública não depende apenas de salas de aula modernas, mas de pessoas que se sentem valorizadas”, escreve Julio Cesar.

> Confira o artigo na íntegra <

Walkiria Mazeto critica método utilizado pela gestão Ratinho Jr. para inflar artificialmente os resultados e critério punitivo adotado em bonificação vinculada ao Ideb

Foto: Bruna Durigan / APP-Sindicato

Professores(as) levados à exaustão e obrigados(as) a aprovar alunos(as) sem conhecimento, estudantes treinados(as) para fazer as provas do Saeb, redução da carga horária de disciplinas que promovem o pensamento crítico, estudantes com necessidades especiais excluídos da avaliação. Esses são alguns dos métodos utilizados pela gestão do governador Ratinho Jr. (PSD) para inflar artificialmente os resultados obtidos pelo Paraná no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025, explica a presidenta da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto.

De acordo com a dirigente, há pelo menos nove situações que explicam porque a posição do Paraná no ranking nacional não representa que o estado tenha de fato a melhor educação. “Essa nota não retrata a realidade e o nosso trabalho nas escolas. Ela não consegue captar todo o trabalho pedagógico e o esforço do dia a dia realizado pelo professor, pela professora, pelo funcionário, pela funcionária de escola, equipe pedagógica, direções de escola, na busca de uma melhor aprendizagem e de um real sucesso escolar”, relata.

> Clique e leia a matéria completa <

Enxurrada de comentários em post do secretário Roni Miranda cobra valorização salarial para os(as) professores(as) paranaenses

Governo comemora Ideb e educadores(as) denunciam injustiça salarial - Imagem: reprodução

O governador Ratinho Jr. (PSD) e o secretário da Educação, Roni Miranda, fizeram uma festa na internet, nesta quarta-feira (5), ao divulgar o resultado do Paraná no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025. Mas o que eles não esperavam era a reação dos(as) professores(as). No perfil do secretário, em uma rede social, uma enxurrada de comentários compara os números do Ideb com os salários recebidos pelos(as) educadores(as). “”Primeira Educação do Brasil” e o 3º pior salário nacional! Contradição, a gente vê por aqui!”, escreveu @felpajax.

Outros(as), como a @sandracastaman, falam do ambiente de assédio e punição que a Secretaria da Educação (Seed) criou nas escolas da rede estadual, desde a posse de Ratinho Jr., para alcançar números. “Professores trabalhando praticamente só por amor, sem valorização salarial, muita sobrecarga, pressão, trabalhando doente, pois atestado e critério para classificação e perda de bonificação que deveria ser salário e não bônus. Quem está no chão de sala de aula sabe bem o quanto está difícil. Esse resultado do IDEB é fruto de muuuuuiiito trabalho e dedicação”, comentou.

> Clique e leia a matéria completa <

A ilusão dos números e a precarização da escola pública são analisadas pelo educador Luiz Fernando Rodrigues neste artigo sobre o uso do Ideb

Foto: Bruna Durigan / APP-Sindicato

Em seu texto, o educador discorre sobre o uso do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) na rede estadual do Paraná e contextualiza com as políticas educacionais do governador Ratinho Jr. (PSD), que passou a tratar a educação como produto e a gestão da Secretaria da Educação como se fosse uma empresa.

“O objetivo da educação que deveria ser o de, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) 9394/96, desenvolver o educando, preparar para a cidadania e qualificar para o trabalho, tem sido o de gerar índices positivos que, por sua vez, impactam na avaliação política de um governo ou governante”, escreve Luiz Fernando.

> Confira o artigo na íntegra <

Liderança conversou com professores(as) e funcionários(as) sobre educação, conjuntura eleitoral e direitos LGBTQIA+

Zezinho do Prado defende que os(as) trabalhadores(as) da educação façam a diferença no processo eleitoral - Foto: Gelinton Cruz / APP-Sindicato

O secretário de Direitos Humanos da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e presidente do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ (CNLGBTQIA+), Zezinho do Prado, defendeu o engajamento da categoria no processo eleitoral deste ano para barrar os ataques contra a educação pública paranaense e a possibilidade de retrocesso nas políticas sociais em nível nacional. “É preciso colocar a cara na rua para defender a democracia”, declarou o educador durante uma roda de conversa com o tema Democracia e Direitos LGBTQIA+, realizada na última sexta-feira (31), na sede estadual da APP-Sindicato, em Curitiba.

Segundo Zezinho, não adianta apenas dizer que vai votar em alguém que defende as pautas da educação e não fazer mais nada. “Vocês têm candidatos que representam tudo de ruim, ou talvez até pior do que está, de não-democracia, mas também um candidato que representa a defesa dos direitos humanos e dos trabalhadores da educação. Então, se as pessoas não se alertarem e não fizerem um enfrentamento, os próximos oito anos poderão ser difíceis tanto para os trabalhadores quanto para a população em geral”, alertou.

> Clique e leia a matéria completa <

Garanta seus direitos. Sindicalize-se!

Acesse nosso site

Nenhuma publicação

Read the original on appsindicato.substack.com

Comments

Nothing yet. Say the first thing.

    Sign in to join the conversation.