Quando me perguntam por
referências pra desenvolver
a criatividade, eu trapaceio 👀
Não falo sobre quem seguir.
Conto como gosto de consumir:
Em vez sempre de buscar nomes
novos, experimenta se aprofundar
nas suas Top 3 referências.Busca (ativamente) o nome delas
no Youtube ou Spotify e ouvir
entrevistas e conversas :¬)
Ou seja, o contrário de juntos e shallow
now (ehehe!): focar em se aprofundar
em vez de conhecer de forma rasa.
[ frase desse vídeo da Mica, do @comida.sem.regra ]
Nossa geração tem essa chance
- surreal! - de ter acesso à dicas
e informações sobre as carreiras
de quem nos inspira; mas 99%
das pessoas consome só aquilo
que os algoritmos mostram.
Ditto isso: ontem esbarrei com
o papo da Luiza com o Joan Miró.
E, hoje, testei algo que ele contou
sobre seu processo: criar em silêncio.
Não porque é “melhor” (palavra
que evito escrever sem aspas),
ou por achar que isso me faria
ter apenas ideias geniais.
Foi curiosidade mesmo :¬)
Gosto de testar estímulos e formas
diferentes de criar e sentir como elas
afetam o meu corpo, emoções, etc.
[ a tradução acima contém ironia, hihi! ]
E se você topar ser ~rebelde~,
ignorar algoritmos e buscar uma
conversas profundas de quem
mais te inspira:
O que te surpreendeu?
Existem semelhanças entre
vocês e os seus processos?Você discorda de algo que
ela comentou ou acredita?Sentiu vontade de testar
algo do processo criativo?
🐢 um carrossel meio aleatório, hihi!
👽 muito impressionado com esse mosaico.
👁️ essa designer cria piscinas maravilhosas.
💛 esse livro curtinho (±170 páginas) me prendeu muito da metade pra frente; a ponto de levá-lo pra academia e ler nos descansos.
Esse é um pum curtinho.
De tempos em tempos, é bom
lembrar que não tomar alguma
decisão (ou adiá-la) já é uma
decisão :¬)
Um conceito fácil de esquecer.
E quando me lembro, algumas
chavinhas são viradas por aqui.
Com carinho,
Tiago 🐢
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