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Jukebox Cultural

robertoqueiroz1976.blogspot.comSource feed ↗10 posts

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As duas damas

Olha... Que porrada! Duas de uma vez, não tem fã que aguente. A dramaturgia e a arte brasileira em geral perdem duas de suas maiores damas. Nesta terça-feira nos despedimos de Laura Cardoso e Glória Menezes, e aumentamos ainda mais aquela lista que já ficou famosa aqui neste blog de artistas insubstituíveis que partiram. Alguns artistas são magistrais, tanto que os seguimos apaixonados para onde…

Bichos não tão escrotos assim

A presença do cover na indústria fonográfica é muito bem vinda, não tem nada de mais em exaltá-lo. Trata-se de uma nova performance ou regravação de uma música feita por um artista que não é o autor ou o intérprete original da faixa. Já houve, inclusive, casos em que o cover é infinitamente melhor do que a canção original. Lembro de ouvir Whitney Houston cantando "I will always love you" na trilha…

Mulher de todos e de ninguém

Algumas atrizes sacramentaram o conceito de musa no cinema mundial. Assim foi Marilyn Monroe, Brigitte Bardot, Claudia Cardinale, Elizabeth Taylor, Judy Garland, Sônia Braga, Diane Keaton e tantas outras. Eu poderia incluir Helena Ignez nessa lista (com folga), mas cá entre nós: isso não explicaria, sequer arranharia, a superfície do que ela é. E como é bom ver isso tudo muito bem representado na…

O mundo é uma pista de dança

Quase esqueço de comentar Confessions II , novo álbum da Madonna que vem despertando o interesse do público no último mês. Andei lendo, ouvindo e vendo tanta coisa (boa e também descartável) que deixei o time disso aqui passar. Mas quer saber? Melhor assim. Fujo das opiniões tanto dos detratores da diva pop quanto dos elogios vazios dos fanáticos admiradores sem critério. Acreditem: o ideal hoje,…

Purgatório da beleza e do caos

Muito antes do diretor hollywoodiano Quentin Tarantino nos entregar sua obra-prima Pulp Fiction (vencedora da Palma de Ouro em Cannes), um mineiro de Belo Horizonte nos apresentou sua versão tupiniquim e desaforada do mesmo universo - guardadas as devidas proporções e culturas de ambos os países. Seu nome? Neville D'Almeida. E o filme? Matou a família e foi ao cinema . E é bom ir logo deixando…

O eterno Barretão

Leio a matéria no G1 e na mesma hora fico triste. É... O Barretão partiu. O quê? Você se diz cinéfilo de carteirinha e não sabe quem é o Barretão? Putz! Tá mal então... Luiz Carlos Barreto - que nos deixou órfãos de bom cinema aos 98 anos - é, nada mais nada menos, do que o produtor de cinema mais famoso do Brasil. Digo mais: sua história se confunde com a do audiovisual brasileiro, mais ainda:…

Deusa? Hummmm...

Quadrinhos é provocação (e certamente não é literatura). Levo sempre isso em consideração quando leio mais uma graphic novel. E gosto de ler um pouco de tudo: de turma da Mônica, do Maurício de Sousa à Moebius e Milo Manara. Mas nada, absolutamente nada, é mais importante para mim no formato do que um autor que subverta qualquer remota possibilidade de expectativa. É preciso transgredir para…

Eles estão mais rock do que nunca!

Por mais que o gênero não esteja mais tão presente nas rádios como em outros tempos, nunca duvide do rock n' roll. E principalmente: nunca - sob hipótese alguma - duvide dos Rolling Stones. Não é à toa que eles são a maior banda de rock em atividade. Prova disso é o seu novo álbum, Foreign Tongues (O vigésimo quinto de estúdio e segundo nessa última década, ao lado de Hackney Diadmonds ), que traz…

Acabou o sonho... de novo!

Embora não tenha assistido a nenhum jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo pelo SBT, já imagino o eterno Galvão Bueno proferindo a sua clássica frase "Acabou o sonho!" depois da desclassificação do Brasil para a seleção da Noruega ontem, num jogo onde faltou tudo: garra, entrega, tesão, habilidade, coragem, culhões. Resultado: nossa seleção fez sua pior campanha na competição desde 1990, na…

Não estamos sós (e faz tempo isso)

Na adolescência eu fui um exemplar repleto de curiosidades sobre os mais diversos assuntos: de romances policiais e a era da lei seca à biologia marinha, de sociologia urbana à psicanálise, da beat generation (com um capítulo à parte para O uivo e Junky ) às enciclopédias Abril e Larousse (precursoras do Google para qualquer estudante que se prezasse no século passado) e, como bem diria Buzz…