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PETIT JOURNAL · Jul 20, 2026

O que o Maior Evento de Homens do Brasil Tem a Ver com a Sua Vida?

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Leticia Cazarré · PETIT JOURNAL

Você já parou para pensar no que significa ser homem hoje?

Não estou falando de biologia. Estou falando de identidade. De papel na sociedade. De virtudes. De coragem. De responsabilidade.


Porque nos últimos dez, vinte anos, algo mudou profundamente na nossa cultura. E essa mudança afeta todos nós — homens e mulheres.

Há duas décadas, a narrativa mudou. De repente, toda masculinidade virou sinônimo de agressão. Todo homem virou potencial agressor. A cultura começou a enviar uma mensagem muito clara aos meninos: “Não seja assim. Não seja agressivo. Não seja competitivo. Não seja corajoso. Não seja decidido.”

Os meninos começaram a ser ensinados a inibir a parte mais masculina da sua personalidade. A não competir entre si. A não se comportar como homens. Como se a masculinidade fosse uma doença que precisasse ser curada.

E o resultado? Uma geração de homens frágeis. Homens sem virtudes definidas. Homens sem valores. Homens que não sabem mais o que significa ser um bom homem.

Mas aqui está o ponto: essa não é uma vitória para as mulheres. Essa é uma derrota para todos nós.

Você pode ser mulher ou homem lendo isso. Mas a verdade é que todos nós ganhamos quando temos uma sociedade de homens corajosos, decididos, pragmáticos, estratégicos, com virtudes bem definidas.

Homens que sabem defender sua própria família. Homens que sabem defender um cidadão na rua que esteja em perigo. Homens que não abandonam uma mulher grávida. Homens que não pedem que uma mulher aborte o seu filho. Homens que não batem em mulheres. Homens que não assassinam mulheres.

Sim, estou falando de coisas que parecem óbvias. Mas não são mais. Porque quando você enfraquece a masculinidade, quando você nega o papel do homem na sociedade, quando você trata todo homem como potencial criminoso — você cria exatamente o oposto do que deveria criar.

Você cria uma sociedade pior. Para todos.

Aqui está a verdade que a cultura atual não quer que você diga: existem diferenças cruciais entre homens e mulheres.

Sim, existem mulheres pragmáticas, estratégicas, corajosas, fortes. Ninguém está dizendo que elas não devam ser assim. Sim, existem homens sensíveis, artísticos, que cozinham, que fazem compras, que cuidam dos filhos. Ninguém está dizendo que eles não devam fazer isso.

Mas a gente precisa entender que cada um tem um papel importante na sociedade e na família. E que a gente não deve diminuir os homens ou tratar os homens a priori como se todos eles fossem maus ou potencialmente agressores.

Porque quando você faz isso, você não está criando uma sociedade melhor. Você está criando uma sociedade fraca. Confusa. Sem valores. Sem direção.

Meu marido, o ator Juliano Cazarré, criou um evento chamado “O Farol e a Forja”. É o maior evento de homens do Brasil. E ele foi criado exatamente para isso: para discutir o papel do homem na sociedade, a masculinidade, valores, princípios, vocação, virtudes, autocuidado.

É um evento que reúne homens que querem ser melhores. Que querem entender o que significa ser um bom homem. Que querem recuperar a dignidade, a coragem, a responsabilidade que foram tiradas deles.

Mas aqui está o ponto mais importante: esse evento assusta as pessoas. Assusta tanto que a União de Mulheres do Brasil tentou proibir que ele acontecesse.

Deixa eu ser clara: eles tentaram nos calar. Eles tentaram impedir que a gente pudesse se reunir para falar sobre o que a gente pensa. Porque eles sabem que quando homens se reúnem para falar sobre masculinidade saudável, sobre virtudes, sobre valores — algo muda. A narrativa muda. A cultura muda.

E eles não querem que isso aconteça.

Você tem uma escolha agora. Você pode ficar em silêncio. Você pode aceitar a narrativa que a cultura está tentando impor. Você pode deixar que destruam a família, que diminuam a masculinidade dos rapazes, que tornem todos os homens como potencialmente criminosos.

Ou você pode estar do lado daqueles que acreditam que existe um caminho melhor. Que existe uma forma de criar homens corajosos, virtuosos, responsáveis. Que existe uma forma de construir uma sociedade melhor para todos.

O Farol e a Forja é esse espaço. É onde homens se reúnem para recuperar o que foi perdido. Para entender o que significa ser um bom homem. Para se tornar a melhor versão de si mesmos.

E sim, isso importa para você. Porque quando você tem homens assim ao seu redor — no seu trabalho, na sua família, na sua comunidade — tudo muda. A segurança muda. O respeito muda. A qualidade de vida muda.

O Farol e a Forja

O evento acontece em três dias. Ainda há ingressos disponíveis. Se você está em São Paulo, você pode estar lá presencialmente, vivendo a energia do evento, conectando com outros homens que acreditam nessa visão.

Se você não puder estar em São Paulo, não se preocupe. Todos os ingressos online estão disponíveis. Você pode assistir toda a programação em altíssima qualidade, ao vivo, de onde estiver.

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Até a próxima semana, Letícia Cazarré

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