Desta vez falamos do dólar e entendemos melhor como ele tem se comportado desde o início do Plano Real. Precisamos colocar o dólar em contexto quando investimos no exterior. Além disso, falamos um pouco da carteira do fundo Mint Global Small Caps FIA (“Global”). Para uma visão mais aprofundada da tese de investimento do Global, veja nosso post Além do Horizonte, onde situamos o mercado brasileiro de ações dentro da realidade mundial e tratamos em detalhes da estratégia de investimento do Global. Também vale ver o post Mar Aberto, o Relatório de Junho de 2026 do fundo.
O que nós enxergamos? Vemos os objetos ou a luz que eles refletem e que chega aos nossos olhos? O que vemos é a luz que os objetos refletem e que chega aos nossos olhos. Rigorosamente falando, toda visão é resultado da percepção e do processamento da luz que chega aos olhos, seja ela refletida, emitida, transmitida ou espalhada pelos objetos e pelo ambiente.
Sem entrar em grandes detalhes de física (para explicar a luz) ou da biologia (para explicar a percepção da luz), podemos dizer que a luz visível forma um espectro contínuo de comprimentos de onda, aproximadamente do violeta ao vermelho. Dentro deste espectro, para fins de entendimento, costuma-se dizer que há três cores “básicas”, que compõem um modelo de mistura de cores relacionado à maneira como nossos olhos percebem esse espectro. As cores primárias são o vermelho (red), o verde (green) e o azul (blue), que formam as iniciais RGB. Daí a sigla RGB, usada em televisores, monitores, celulares e projetores. A mistura dessas cores gera diversas outras.
Qual o resultado da mistura da luz verde e da luz vermelha? Chegamos ao amarelo.
O Global é um fundo que investe no exterior e seus investimentos são cotados em dólares. Hoje, a gestão do fundo não envolve qualquer forma de hedge da sua exposição cambial. Desta forma, assim como no caso de todos os investimentos no exterior, o dólar é um elemento constante na vida do Global. As cotas do fundo são denominadas em real. Assim, toda a variação do valor dos ativos do fundo também envolve a variação cambial.
Qual a cor do dólar? Todos nós sabemos que a cor do dólar é o verde. Popularmente, as notas de dólares são as “verdinhas”. Em julho, o dólar teve uma queda de 1,92%. A cor das quedas é o vermelho. Com o perdão de alguma licença poética, podemos dizer que a cor do dólar em queda é o amarelo. É o encontro do verde e do vermelho.
Qual o futuro do dólar? Essa pergunta, sem qualquer exagero, vale alguns bilhões de dólares ou mais. Não sabemos responder a essa pergunta e nem sequer nos atrevemos a fazer um chute. É famosa a frase, atribuída a Edmar Bacha, que diz “o câmbio foi feito por Deus para humilhar os economistas. Ninguém sabe para onde vai”. Achamos que essa frase merece um pequeno retoque: o câmbio humilha a todos, não apenas aos economistas.
Se não temos como saber o futuro, temos como olhar para o passado. Mesmo que nada garanta que o futuro vá repetir o passado, o passado ainda é o melhor laboratório de testes para a precificação de qualquer ativo. Em longos períodos de tempos, a oferta e demanda dos ativos mudou, houve períodos de medo, de euforia e informações das mais diferentes circulando pelo mercado. Enfim, houve tudo o que movimenta os preços acontecendo no mundo real. Isso é um ótimo laboratório. Caso você saia desse laboratório e tente prever o futuro, provavelmente Deus o humilhará.
Vamos olhar um pouco para o dólar, desde a implementação do Plano Real, em julho de 1994. Como os retornos do dólar se comportaram nesse longo período? Para responder a essa pergunta fizemos dois gráficos, um heatmap e um histograma, este último com o “brinde” de uma distribuição normal.
O heatmap mostra a variação mensal do dólar frente ao real, mês a mês, desde julho de 1994. Cada linha é um ano, cada coluna é um mês, e a cor indica o tamanho do movimento: verde quando o dólar subiu naquele mês, vermelho quando caiu. Quanto mais forte a cor, maior a variação. A última coluna (“Acum. Ano”) mostra o resultado acumulado do ano inteiro. É uma forma rápida de enxergar, num único painel, em quais períodos o dólar teve comportamento mais calmo e em quais teve solavancos mais fortes.
Com base no heatmap, inegavelmente houve meses de valorização ou desvalorização intensa, mas não é isso que prevalece. Considerando a distribuição de verdes e vermelhos, a sensação que fica é que a distribuição entre verdes e vermelhos é mais ou menos igual. Essa sensação corresponde à verdade. No período analisado, temos 384 meses, sendo que 212 meses (55,2%) foram positivos e 172 meses (44,8%) foram negativos. Olhar o heatmap ajuda a contextualizar a variação do dólar, mas esse tipo de gráfico, apesar de altamente ilustrativo, é limitado. Para termos um melhor entendimento de como o dólar se comporta, é bem interessante ver também um histograma dos retornos mensais (e comparar esse histograma com que esperaríamos de uma distribuição normal).
O histograma pega as mesmas 384 variações mensais e as agrupa por tamanho, mostrando quantos meses tiveram cada faixa de retorno. O resultado revela duas coisas que chamam atenção. A primeira coisa a notar é a concentração bem no meio. A grande maioria dos meses teve variações pequenas, próximas de zero. Podemos notar que a barra mais alta do gráfico fica exatamente ali, no centro. Na prática, o dólar costuma ser bem mais “parado” mês a mês do que a intuição sugere. Além disso, vemos os eventos extremos. De vez em quando aparece um mês completamente fora da curva, bem longe do centro. O maior deles foi janeiro de 1999, quando o dólar disparou +64,1% em um único mês, seguido por março de 1999, quando recuou -16,6%. Os dois aconteceram logo após o Brasil abandonar as bandas cambiais (o sistema que travava artificialmente o preço do dólar). Não se trata de um período qualquer, foi uma mudança de regime.
A combinação de concentração forte no meio e eventos extremos nas pontas é exatamente o que não aconteceria em uma distribuição normal, aquela clássica “curva de sino” simétrica que aparece em fenômenos como altura ou peso das pessoas. Em uma distribuição normal, os valores se espalham de forma previsível ao redor da média, e desvios muito grandes são tão raros que, na prática, nunca acontecem. A distribuição prevê algo próximo de zero probabilidade para um salto do tamanho de +64% num mês.
O problema é que mercados financeiros não se comportam como em uma distribuição normal. Eles são movidos por decisões humanas, crises, mudanças de política econômica e rupturas estruturais (como o fim de uma banda cambial). Esse tipo de evento não segue um padrão suave e previsível. Por isso o “normal” (no sentido de esperado) nos mercados não é normal (no sentido estatístico). Os retornos ficam mais grudados perto da média do que a curva de sino preveria, mas também produzem saltos extremos com muito mais frequência do que ela permite. É essa característica, que mistura alguns períodos meio “quietos” demais e pontas “barulhentas” demais ao mesmo tempo, que torna os mercados virtualmente imprevisíveis. Temos aqui a expressão matemática, estatística e gráfica do que Deus faz para humilhar quem se atrever a prever a taxa de câmbio.
Sem querer decepcionar quem nos lê, mas a moral da história do dólar é: o dólar oscila! Na maioria das vezes é pouquinho. Para ilustrar, em quase 30% das vezes a oscilação do dólar foi entre -1% e 1% ao mês. Se ampliarmos bem a faixa, em quase 80% das vezes a oscilação foi entre -5% e 5% ao mês. Um último gráfico ilustra a oscilação do dólar por faixas de magnitude, indicando a direção da oscilação.
A moral da história para o Global é que ele vai oscilar para além do resultado da sua carteira, pela variação do dólar. A variação do câmbio, por si só, pode ter períodos de oscilação muito considerável e melhorar ou piorar a performance da carteira de ações do fundo.
O Global nasceu para permitir ao investidor brasileiro uma forma guiada de investimento no exterior em ações que fuja do investimento nas mega caps, ou seja, empresas como Google, Amazon e Meta. O conceito do Global é investir em universos menos explorados do mercado e, com isso, obter resultados superiores. A tese de exploração de assimetria de informações está explicada no nosso post Além do Horizonte.
A construção da carteira do Global segue uma abordagem quantitativa que combina cinco famílias complementares de fatores, cada uma capturando uma dimensão distinta do que torna uma ação atrativa: Value, Quality, Growth, Sentimento de Mercado e Volatilidade. Em vez de se apoiar em uma métrica isolada ou no julgamento discricionário sobre uma empresa específica, a estratégia cruza sinais de precificação, solidez operacional, consistência do crescimento, percepção dos diferentes participantes do mercado e perfil de risco, reduzindo a chance de uma leitura distorcida por um único indicador. Essa combinação é especialmente relevante no universo de small caps, no qual a estratégia atua, dado o maior grau de dispersão e volatilidade típico do segmento. Os parágrafos a seguir detalham cada uma dessas famílias e os critérios que as compõem.
Value. Esta família reúne os fatores que medem quão atrativamente precificada está uma empresa em relação aos seus fundamentos, com o objetivo de pagar pouco por cada unidade de faturamento, geração de caixa e resultado operacional entregue pela companhia. Como “barato” pode ser lido sob diferentes óticas (uma empresa pode parecer cara pelo lucro contábil, mas estar barata pelo fluxo de caixa que gera, por exemplo), a análise combina múltiplas métricas, incluindo faturamento em relação à capitalização de mercado, EBITDA sobre Enterprise Value, fluxo de caixa livre líquido de dividendos em relação ao preço e crescimento do fluxo de caixa em relação ao preço.
Quality. Complementa a análise de Value ao avaliar se a empresa barata é, de fato, uma empresa sólida, já que descontos de preço podem refletir problemas operacionais reais. O foco está em duas características centrais: capacidade de geração de caixa e uso eficiente dos ativos fixos e do capital circulante. Entre os itens analisados estão a geração de caixa em relação aos ativos, a eficiência na alocação de capital e indicadores como ROA (retorno sobre ativos) e ROE (retorno sobre patrimônio). Especificamente sobre qualidade, escrevemos mais no nosso post Abrindo a Cozinha - Parte II - Qualidade.
Growth. Avalia a consistência do crescimento da empresa, partindo da premissa de que nem toda expansão de vendas se traduz em lucro real ou em geração de caixa. O crescimento considerado saudável é aquele que avança de forma coerente em múltiplas frentes simultaneamente: faturamento, EBIT (lucro operacional), lucros e fluxo de caixa. Quando essas quatro dimensões evoluem em conjunto, o crescimento é interpretado como genuíno e sustentável.
Sentimento de Mercado. Analisa, de forma disciplinada, os sinais emitidos por diferentes grupos de participantes do mercado sobre uma ação, organizados em quatro frentes: a visão dos analistas (estimativas de lucro, surpresas de resultado e recomendações), o short interest (grau de aposta na queda do papel por investidores mais sofisticados), o volume de negociação (interesse e liquidez em torno da ação) e o comportamento do preço em diferentes horizontes temporais. O cruzamento dessas frentes permite diferenciar movimentos de preço bem fundamentados de movimentos isolados e menos confiáveis. Sentimento envolve momentum e, especificamente sobre momentum, escrevemos mais no nosso post Abrindo a Cozinha - Parte I - Momentum.
Volatilidade. Reconhece que o universo das small caps tende a ser naturalmente mais volátil, e a abordagem não busca as ações mais “calmas” do mercado, mas sim evitar os extremos - tanto de volatilidade muito baixa quanto muito alta. Os critérios utilizados incluem o turnover das ações no médio e longo prazo, que indica a estabilidade da base acionária, e o beta de longo prazo, que capta a sensibilidade da ação em relação aos movimentos do mercado. O objetivo é manter um perfil de risco disciplinado dentro de um universo reconhecidamente mais volátil.
Em conjunto, as cinco famílias formam uma lógica complementar: Value identifica o que está barato, Quality confirma se vale a pena comprar, Growth verifica se a empresa está crescendo de forma consistente, Sentimento de Mercado cruza sinais externos de confirmação, e Volatilidade cuida do perfil de risco da carteira.
Capitalização de Mercado
Em 31 de julho de 2026, o fundo tinha 29 companhias na sua carteira, com um valor de mercado entre USD 2,0 bilhões e USD 25 milhões. O gráfico abaixo mostra melhor a distribuição das companhias por faixa de valor de mercado.
Para dar alguma cor ao investidor brasileiro do que cada faixa de capitalização representa, a tabela abaixo é bastante ilustrativa. Ela indica, para cada uma das faixas, algumas companhias brasileiras, negociadas na B3, que têm uma capitalização análoga e se encaixam nas respectivas faixas.
Setores, Subsetores e Indústrias
As classificações cobrem os ramos de atividade das companhias. Em geral, as classificações seguem uma ordem de (i) setor; (ii) subsetor; (iii) indústria; e (iv) subindústria, em que setor é a classificação mais genérica e subindústria a mais específica. Quanto mais granular a classificação, maior a correlação entre as companhias naquela classificação. Isso faz sentido. Afinal de contas, companhias na mesma indústria muito possivelmente são concorrentes, têm fornecedores em comum ou parecidos, estão sujeitas às mesmas leis e regulações. Ou seja, essas companhias de fato têm grandes elementos factuais que as submetem aos mesmos riscos/recompensas.
A carteira do Global, apesar de ter apenas 29 companhias, expõe o fundo a 8 setores, 13 subsetores e 23 indústrias. Trata-se de uma exposição bastante pulverizada quando se compara com a quantidade de companhias na carteira. Segue abaixo o percentual investido em cada indústria. Com relação à distribuição do investimento por indústrias quando comparamos os valores àqueles do mês anterior, a distribuição segue semelhante.
O setor/indústria de uma companhia é apenas uma parte da figura do risco a que ela está sujeita. Há também o risco da geografia da companhia. As empresas do Global são de 8 países diferentes. Abaixo segue a distribuição geográfica do capital investido:
Assim como no caso da distribuição do capital por indústria, a distribuição do capital por país também se manteve estável em julho, quando comparada com a distribuição em junho.
Companhias do Portfolio
Abaixo descrevemos brevemente 3 companhias investidas do Global.
Bioventus Inc. (NASDAQ: BVS). É uma empresa de tecnologia médica (medtech) focada em saúde musculoesquelética. Ela desenvolve e comercializa produtos que apoiam o processo natural de cicatrização e recuperação do corpo, voltados a condições ortopédicas. O portfólio se organiza em três verticais:
Pain Treatment - tratamentos para dor, como terapias de viscossuplementação com ácido hialurônico para dor de osteoartrite no joelho;
Restorative Therapies - terapias restaurativas, como o sistema de estimulação óssea por ultrassom EXOGEN e substitutos de enxerto ósseo; e
Surgical Solutions - soluções cirúrgicas, incluindo sistemas cirúrgicos ultrassônicos como neXus, BoneScalpel e SonaStar, além do implante de reparo de cartilagem AGILI-C, adquirido via CartiHeal.
Fundada em 2012, tem sede em Durham, na Carolina do Norte (EUA), com sede internacional em Hoofddorp, na Holanda, e escritórios adicionais em Memphis (TN), Farmingdale (NY), Valencia (CA) e Mississauga (Ontário, Canadá). A empresa abriu capital na Nasdaq em fevereiro de 2021. Sua operação é predominantemente concentrada nos EUA, com presença internacional seletiva na Europa e outras regiões (via entidades próprias e distribuidores). Vale destacar a relevância estratégica em Israel, ligada à tecnologia do AGILI-C.
DHI Group, Inc. (NYSE: DHX). É uma empresa de tecnologia de recrutamento (recruitment tech) que opera marketplaces de carreira voltados a profissionais de tecnologia nos Estados Unidos. A operação é dividida em duas marcas/segmentos:
Dice, plataforma de vagas e conexão entre recrutadores e profissionais de tecnologia (engenheiros de software, cientistas de dados, administradores de sistemas, gerentes de projeto, entre outros); e
ClearanceJobs, comunidade que conecta profissionais com credenciamento de segurança governamental (security clearance) a empregadores do setor de defesa/governo dos EUA, em ambiente seguro e privado. Os produtos incluem perfis de talentos, publicação de vagas, employer branding, eventos de carreira (virtuais e presenciais) e serviços de dados/conteúdo para apoiar estratégias de recrutamento.
Fundada em 1990 (originalmente como Dice Holdings, Inc., renomeada para DHI Group em 2015), a empresa atua majoritariamente nos Estados Unidos e América do Norte.
Unifi, Inc. (NYSE: UFI). É uma fabricante global de fios (yarns) sintéticos e reciclados para a indústria têxtil. A empresa produz fios de poliéster (POY — partially oriented yarn, texturizados, tintos em solução ou em package, torcidos, entre outros) e de nylon (texturizados, tintos em solução e com spandex), vendidos majoritariamente sob a marca REPREVE, líder global em fibra reciclada de marca, feita a partir de resíduos plásticos pré e pós-consumo (como flocos de garrafas PET). Os produtos abastecem fabricantes de fios, tricotadoras e tecelagens, que por sua vez atendem os mercados de vestuário, meias/hosiery, automotivo, decoração de casa, industrial e médico.
Criada em 1969 (organizada formalmente em 1971), tem sede em Greensboro, na Carolina do Norte (EUA). A operação é global. A empresa fabrica e vende seus produtos na América do Norte, América Central, América do Sul, Ásia e Europa, com cerca de 2.700 a 2.900 funcionários.
Performance
Esse fundo foi aberto há menos de 6 meses e não possui informações suficientes para serem analisadas. Após esse período, disponibilizaremos mais informações sobre sua rentabilidade.
Informações sobre o fundo em: mint-capital.com.
Fatores de Risco e Avisos Obrigatórios
Este é um material de divulgação (material técnico) do Mint Global Small Caps FIA, elaborado pela Mint Capital Gestora de Investimentos Ltda. Leia o regulamento e demais documentos do fundo antes de investir.
Principais fatores de risco. O investimento no fundo envolve, entre outros: (i) risco de mercado — a carteira é composta preponderantemente por ações, inclusive small caps, segmento de maior volatilidade e dispersão, sujeitando o cotista a oscilações relevantes e à possibilidade de perda de capital; (ii) risco de investimento no exterior e risco cambial — o fundo mantém exposição a companhias e ativos denominados em moeda estrangeira, de modo que a variação do câmbio pode afetar positiva ou negativamente o valor da cota; (iii) risco de liquidez — o resgate observa conversão de cota em D+60 e pagamento em D+62, e o regulamento admite a adoção de barreira aos resgates, o que pode retardar a disponibilização dos recursos; (iv) risco de concentração — a carteira detém número reduzido de companhias; e (v) risco de crédito das contrapartes e dos ativos, quando aplicável. A descrição completa dos fatores de risco consta do regulamento.
Avisos obrigatórios:
• Leia a lâmina de informações essenciais, se houver, e o regulamento antes de investir.
• Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador, do gestor, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Crédito – FGC.
• A concessão de registro de funcionamento pela CVM não implica, por parte da Autarquia, garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade do fundo, de seu administrador ou de seu gestor.
• Este material não divulga rentabilidade do fundo, que se encontra em período de carência de 6 (seis) meses contado da primeira emissão de cotas (art. 55 da Parte Geral da Resolução CVM nº 175/2022).
Documentos e canais de atendimento. O regulamento e os demais documentos do fundo estão disponíveis em https://www.btgpactual.com/asset-servicing/administracao-fiduciaria. Administrador: BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM. Gestor: Mint Capital Gestora de Investimentos Ltda. CNPJ do fundo: 66.813.649/0001-30. Central de atendimento do Administrador 4007-2511 (capitais e regiões metropolitanas), 0800-001-2511 (demais localidades) e (11) 4007-2511 (WhatsApp). SAC do administrador 0800-772-2827 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800-047-4335 (deficiência auditiva ou de fala) e sac@btgpactual.com
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