Agora que temos um bebê, entramos no calendário de férias das famílias francesas: ou seja, precisamos concentrar uma boa parte delas no mês de agosto. Roméo tem 3 semanas de férias da creche nesse mês e nós tiramos 2 semanas off (e estamos fortemente considerando tirarmos 3 ano que vem, seria a minha primeira vez ficando tanto tempo de férias desde que comecei a trabalhar há 15 anos).
Separamos esse período da seguinte forma: primeira semana em Toulon na casa dos meus sogros e segunda semana na Grécia. Em ambas as semanas fomos acompanhados por um casal de amigos nossos, com a bebê deles, que são gregos. Então, nós nos ocupamos da organização em Toulon e eles na Grécia.
O nosso briefing em comum para a viagem na Grécia foi: amigável para crianças, não muito complexo de chegar, bem próximo da praia e perto de restaurantes gostosinhos. E pronto.
Foi aí que eles nos vieram com a proposta de Andros. Eu nunca tinha ouvido falar, mas confiei e fui (só fui googlar o lugar quando eu já estava no carro à caminho de lá).
Andros é a segunda maior ilha das Cíclades, mas foge bastante do estereótipo “Cíclades branca e azul”, é uma ilha verde, montanhosa, com vales, riachos e trilhas, bem diferente de Mykonos ou Santorini. O público dela é a galera com dinheiro de Atenas que tem um perfil um pouco mais low profile e acaba fugindo mais do turismo de massa, sabe?
No século XIX, Andros virou uma das maiores potências marítimas da Grécia (chegou a ser a segunda ilha em registro de embarcações do país, atrás só do Pireu) e foi esse dinheiro que construiu as mansões neoclássicas de Chora e de vilarejos como Stenies (onde eu fiquei hospedada).
Então, agora, deixa eu compartilhar contigo os endereços que me agradaram e minhas impressões gerais.

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