Oie! Hoje compartilho minhas notas de novembro: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais.
A história de 4 mulheres negras, ou a história dos seus sonhos. Um livro que foi um mergulho em perspectivas diversas sobre ser mulher e como a tradição, a cultura e o patriarcado atravessam seus cotidianos, sonhos e desejos. Além disso, considero também uma leitura sobre a complexidade que é a amizade entre mulheres. Recomendo para ler com calma.
“Como as moralidades são escorregadias, como elas giram, escasseiam e mudam conforme as circunstâncias” (p.88).
A contagem dos sonhos na Amazon
Torito fez de novo! Que filme ESPETACULAR! Que sensível a perspectiva da criatura. Uma obra sobre pertencimento, amor, paternidade e família. Atuações incríveis de Jacob Elordi, Oscar Isaac e Mia Goth.
“Perdoar. Esquecer. A verdadeira medida da sabedoria. Saber que você foi ferido, saber por quem foi ferido e escolher deixar tudo se apagar”.
Disponível na Netflix.
Li na Business Insider a ideia de ter uma “analog bag”, uma nova tendência no TikTok. Começou com a creator Sierra Campbell. E a proposta é sair de casa com uma bolsa que tenha itens para ajudar a utilizar menos o celular e, consequentemente, as redes sociais digitais: palavras-cruzadas, câmera fotográfica, livros de colorir e outros tipos de livro. Tudo para evitar o doomscrolling (rolagem de perdição - ficar passeando excessivamente pela internet e, inclusive, consumindo conteúdo e notícias ruins), o brainrot (apodrecimento mental – consumo excessivo de conteúdo superficial na internet) e o technostress (estresse gerado pelo consumo excessivo de tecnologia).
Novo álbum do Diogo. Aqui ele foi corajoso e ficou bonito demais. Um homem negro falando de emoções, medos, dores, saúde mental e espiritualidade é algo que precisamos ver/ouvir mais e mais!
QUE FILME LINDO!
Eu amei o simbolismo da concha – mar, mergulho, silêncio, conforto, sonhos. Amei os gritos – catarse, libertação.
Apesar da sinopse sinalizar que é um filme sobre o “desejo de ser pai”, acredito que Crisóstomo (brilhantemente interpretado por Rodrigo Santoro) tinha vontade de família.
Outro ponto que gostei bastante: o Camilo ser um contraponto ao Crisóstomo. Camilo cheio de preconceitos e padrões normativos, ainda criança, por conta da criação que teve. E o Crisóstomo com uma abertura inocente e bonita para um “vir a ser”, para as possibilidades.
Fotografia poética impecável! Um filme sobre solidão, pertencimento e rede de afetos. Sobre o encontro dos solitários, da escória.
“Quem te ensinou o certo e o errado?” - Camilo
“Existe um assim?” - Crisóstomo
“Quem tem menos medo de sofrer, tem mais possibilidades de ser feliz”.
“Somos o resultado de tanta gente, tanta história, tão grandes sonhos que vão passando de pessoa a pessoa que nunca estaremos sós”.
Disponível na Netflix.
Baseado no romance de Valter Hugo Mãe.

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