Diego Bonadiman é Arquiteto e Urbanista especializado na metodologia BIM para coordenação e compatibilização de projetos multidisciplinares. Experiente em gestão de contratos, análise de viabilidade técnica e liderança de equipes em projetos institucionais, comerciais e residenciais com cerca de 50.000 m2 de seus projetos construídos. Vivência internacional como pesquisador assistente nos EUA, com domínio técnico de ferramentas computacionais aplicadas à arquitetura. Fora do escritório é artista multiplataforma com explorações nas artes visuais tradicionais e digitais, com uma pesquisa imagética sobre os limites entre o orgânico e o mecânico, na música com um estilo confessional nas letras e dramático na sonoridade, e na escrita com um projeto de newsletter publicado de forma irregular no substack.
profissional e formal demais né, vamos tentar de novo
Diego Bonadiman nasceu no dia da conquista do tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira de Futebol, é dono de casa(locatário de casa não soa tão bem), casado com quem ele acredita ser, nas suas palavras, "a mulher mais incrível do mundo" com quem cria 5 gatos (até o momento, podendo se expandir para mais felinos e canídeos caso as condições materiais um dia permitam). Entusiasta do petit dejeuner não abre mão do seu café moído fresco todas as manhãs e de um pão quente, preferencialmente feita pelas próprias mãos mas costumeiramente a correria do dia a dia o impede de fazê-lo, sendo levado à padaria mais próxima. Além do café, chá, cerveja e uma "coquinha gelada" compõem o rol de bebidas apreciadas pelo mesquitense. Tem medo de altura, medo de não conseguir pagar as contas, medo de ficar calvo e tanto medo de se perder que decorou o itinerário das principais linhas de ônibus e trem do Rio de Janeiro pra caso um dia se perca. Trata a ansiedade generalizada com dois antidepr...
ok, pessoal demais, mais uma tentativa
Uma vez, não lembro quando, não lembro onde, peguei um giz e risquei sobre o papel, gostei tanto da sensação que fiz minha vida inteira em volta disso, o prazer indescritível do pigmento riscando a fibra da celulose, o som que vira forma, a cor transformando-se em palavra. É um deleite e é um inferno, não ora um ora outro é simultaneamente delicioso e desesperador enxergar som e ouvir imagem.
abstrato demais?
Não sou, estou. Alguns átomos assumiram a configuração de uma pessoa de 1,71 m, cabelos enrolados e olhos castanhos com astigmatismo, pele negra e dedos compridos que tateiam papel, passeiam por teclas de piano e computador para fazer música, escrever e desenhar prédios, acariciam gatos e as bochechas de outra configuração de átomos na forma da mulher mais incrível do mundo. Um dia estes átomos retornarão à poeira cósmica e talvez o universo os configure de outra maneira, adoraria que fosse na forma de uma baleia…

Comments
Nothing yet. Say the first thing.
Sign in to join the conversation.