Mariana Abranches Pinto foi, durante 20 anos, arquiteta paisagista. A filha, Nini, morreu com leucemia em 2023. Tinha 18 anos acabados de fazer. Mariana é presidente e uma das fundadoras da Compassio, uma associação sem fins lucrativos pensada por um grupo de pessoas que sonham com uma sociedade mais compassiva, com foco no fim de vida.
Jurista de formação, é da vida política que a conhecemos. Foi ministra, secretária de estado e líder parlamentar do PS. Casada, mãe de duas filhas, a antiga aluna de Marcelo Rebelo de Sousa fala sobre os desafios de ser mulher na vida política, não esquecendo as últimas eleições autárquicas onde foi candidata.
Foi a sua formação como educadora de infância que espoletou o gosto pelos livros. Em 2007, abriu a livraria Papa-Livros, no Porto. Também autora, é comissária do festival Escritaria, em Penafiel, programadora cultural do Onomatopeia, em Valongo, e do festival Em Nome da Terra, na aldeia de Melo, Gouveia.
Faz televisão há quatro décadas e conquista o público com a sua espontaneidade e humor. Precisa de cultura como do ar para respirar e tem uma mão para o doce. É no Alentejo, longe da adrenalina do trabalho, que encontra paz.
É o primeiro designer de moda a trabalhar com as Marchas de Lisboa, uma das últimas tradições lisboetas que ainda se mantém. Natural de Anadia, formou-se em Pintura e não escolheu a moda, diz que foi a moda que o escolheu a ele. Uma inevitabilidade quando, aos 7 anos, já resgatava roupa em casa, para a mãe e para a irmã.
Poesia, contos, prosa poética, ensaios, crónicas, textos para teatro e argumentos são os meios da escrita onde se move. Escrita que usa também para um ativismo muito urgente e necessário. Dá aulas, é atriz e encenadora.
É fadista e o seu novo trabalho, Uma Carta Escrita, inspirou-se na sua avó e nas mulheres que, há poucas décadas, lutavam pela sobrevivência. Vive no Alentejo, canta em casas de fado e a maternidade mudou a forma como vê o mundo.
Jornalista e ex-diretora do Público, decidiu aos 17 anos que queria escrever. A profissão levou-a a cenários de guerra, foi correspondente em Nova Iorque e, mais tarde, rumou a Timor, onde deu formação a jornalistas.
"Engolir Sapos Engorda" é o novo livro de Conceição Calhau, professora catedrática e regente de Bioquímica Nutricional do curso de Medicina da NOVA Medical School, que nos explica como o corpo paga muitas vezes o que a cabeça não consegue processar.
A sua carreira começou na música e seguiu pelo teatro musical. Aos 12 anos, vencia a Grande Noite do Fado, na categoria juvenil. Aos 16, ganhava o Festival da Canção e representava Portugal na Eurovisão, na Irlanda. Hoje, com quase 50, mantém o ar de menina, a voz inconfundível e a gentileza de sempre.