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Diogo Vaz Pinto

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Raoul Vaneigem. O que seria a escola se a arte de viver fosse a prioridade?

Face à trapalhada que se gerou com a reforma que veio digitalizar a classificação dos exames nacionais, e com a morte no final do mês passado de Raoul Vaneigem, teórico radical que actuou...

O que seria preciso para nos restituir à descendência homérica?

Com receitas que superam os mil milhões de dólares nas bilheteiras, tendo feito disparar em todo o mundo as vendas das epopeias de Homero, a adaptação de Christopher Nolan é já o acontecimento...

Abel Neves. Usar o desfibrilhador nas naturezas mortas da narrativa de ficção

Há muitas ambulâncias na ficção lusa, mas se andam às voltas e fazem um grande escarcéu, muitas vezes entrar nelas é como ir directo para a morgue. A maioria não dá com nenhum hospital...

Mumtazz. Um murmúrio de restos, uma oração extraordinária

A grande discrição desta artista portuguesa contrasta com a alegria irreverente com que vem conquistando o quotidiano para uma infindável e tão sedutora revolta.

Ramiro S. Osório. Como se faz uma plaquette?

Na poesia, já não nos livramos, hoje, do ambiente de praça fétida em que o que há mais são pombos lerdos e os seus dejetos, as plaquettes. Mas não vale a pena desmobilizar já. Ainda se acha uma ou...

Unabomber. A ténue linha entre o terrorista e o revolucionário

Série televisiva volta a dar protagonismo ao génio da matemática que se meteu num buraco e aterrorizou o mundo durante quase duas décadas. Desde então, passou mais duas noutro buraco...

María Gainza. Uma flecha entre géneros

Discreto, como quem, de mãos atrás das costas, se passeia num museu e se põe ao nosso lado. Um livro que puxa conversa e, cheio de subtilezas, de uma erudição vibrante, nos oferece uma das experiência

Roberto Piva. Perdido na tradução visual

Da São Paulo do início da década de 1960 à Lisboa de 2018, “Paranóia”, o livro de estreia do poeta-xamã, perdeu a força alucinatória das imagens que o complementavam e...

Livrarias independentes. A brecha que persiste e a urgência de um leitor ativista

Se as livrarias hoje só merecem atenção quando encostadas à parede de um obituário, o encerramento de mais três voltou a gerar muita comoção, mas o que faltou foi ir mais longe na leitura das pistas

Almeida Faria. De um grito largo ao murmúrio que recria o mundo

Na sequência da reedição da sua obra pela Assírio & Alvim, revisitamos o percurso de meio século de um dos autores que mais questiona a condição mítica da identidade portuguesa.