
A história do motivo de odiar tanto a Copa do Mundo e estar feliz que ela tenha acabado logo
Em junho de 2002, nós, os insolentes moleques da Cohab, fomos autorizados pelos mais velhos a dar vazão à nossa ferocidade até a madrugada.
Crônicas de uma pessoa interessada em coisas nem sempre importantes.
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Em junho de 2002, nós, os insolentes moleques da Cohab, fomos autorizados pelos mais velhos a dar vazão à nossa ferocidade até a madrugada.

Todos os domingos, durante 18 anos, frequentei uma igreja evangélica onde as idosas eram idosas há tempo suficiente para não terem testemunhas oculares de suas juventudes.

E a razão para isso irá te surpreender. Ou não. Fica ao seu critério.

Uma história compulsiva de quando busquei outros Marcos Candido pelo Brasil

Eu e minha namorada saíamos de uma festa, às 2 da manhã, quando começamos a ouvir o canto de um sabiá-laranjeira na copa de uma árvore próxima.

Parabéns para mim: comecei a terapia. Vamos juntos nesta jornada.
Meu pai, um homem negro, na época com uns 30 anos, pedreiro que saiu do sul da Bahia para tentar a vida em São Paulo, um indivíduo às vezes taciturno, tabagista desde os 15 anos, deitava-se no sofá de nossa casa, se servia de um dreher sem gelo, abria uma maleta com CDs e colocava para tocar um dos seus álbuns favoritos:

O que nós sabemos de verdade sobre o home office?

São Paulo, entre junho de 2023 e maio de 2024

30 anos de idade.