ATENÇÃO:
Segunda (29.06) estaremos fechados - adivinhem o motivo!
GALO: UM BIS NO ABISMO será na quarta (01.07) às 20h
IRMÃO VICTOR: PASSOS SIMPLES PARA TRANSFORMAR GELATINA EM UM MONSTRO
30.06.26, terça às 20h
Irmão Victor apresenta no teatro Centro da Terra o show comemorativo de 10 anos de “Passos simples para transformar gelatina em um monstro”, álbum que será executado na íntegra em uma formação especial.
Misturando psicodelia, non-sense, fake jazz, valsas e absurdos inumeráveis, o disco foi composto e gravado de maneira independente durante o processo de mudança do músico, então com 19 anos, de Passo Fundo para Porto Alegre. Entre o humor absurdo e a melancolia, o álbum nasceu como uma forma de lidar com a nostalgia, a estranheza de deixar o interior e o impacto de chegar à capital.
Criado em Passo Fundo (RS), cidade que atravessa todo o trabalho como cenário afetivo e imaginário, Irmão Victor constrói nas músicas um mosaico de referências a lugares, memórias e relações vividas ali. Dez anos depois, o álbum retorna ao palco como uma celebração desse universo particular.
Irmão Victor é o pseudônimo do compositor e multi-instrumentista gaúcho Marco Antônio Benvegnú, que desde 2014 vem lançando álbuns feitos de forma caseira, nos quais toca todos os instrumentos, como “Passos Simples para Transformar Gelatina em um Monstro” (2016), “Cronópio?”(2018), “Mariposário”(2019) e “Micro-Usina” (2024). Tendo participado do circuito musical do sul do país, tocou em festivais como Psicodália e Morrostock. Lançando mão das mais diversas influências, suas músicas transitam da psicodelia ao jazz, do non-sense à bossa nova, e tiverem uma boa recepção em publicações estrangeiras especializadas como a Rumore, da Itália, a Shindig, da Inglaterra, a Magic e a revista Le Monde, da França, onde foi lançado um vinil contendo uma coletânea da sua obra lançado pelo selo Pop Supérette.
08, 15 e 22.06 e 01.07.26, segundas e quarta às 20h
No mês de junho, mês do seu aniversário, Gustavo Galo comemora vinte anos de trabalho como compositor. Para celebrar, na primeira noite, dia 8, apresenta “subterrânia” - assim com “i” mesmo” - repertório em homenagem a Torquato Neto. Na semana seguinte (15), convida a banda “tudo a ver”, composta por Juliana Perdigão, Bruna Lucchesi, Vitor Wutzki, em concerto dedicado a apresentação de poemas musicados. A noite contará ainda com as participações de Angélica Freitas, Fabricio Corsaletti, Dimitri Br, Marcelo Ariel, poetas que cantarão os próprios poemas no palco do Centro da Terra. As versões, ou “subversões” como gosta de definir, de canções cantadas em outros idiomas (de Lou Reed a Patti Smith e Leonard Cohen) serão o mote do show do dia 22, realizado com Peri Pane. Péricles Cavalcanti, uma das grandes referências para a trajetória de Galo, é o convidado especial. Por fim, dia 1 de julho, com a banda que o acompanha há uma década, cantando músicas inéditas combinadas com faixas já registradas, o artista termina a temporada de festa.
08/06, subterrânia (galo canta torquato neto)
banda:
gustavo cabelo, vitor wutzki, zé ed, soledad, gustavo galo15/06, tudo a ver poetas
banda:
juliana perdigão, bruna lucchesi, vitor wutzki, gustavo galo
participações:
angélica freitas, dimitri br, fabricio corsaletti, marcelo ariel22/06, as subversões das canções
banda:
peri pane, gustavo galo
participações:
andré mourão, péricles cavalcanti01/07, pra começar
banda:
pedro henrique gongon, otávio carvalho, lucas gonçalves, tomás gleiser
RAFAELA SAHYOUN: TROVÃO EM TERRA MOLHADA
25 e 26.06, 02 e 03.07.26, quintas e sextas às 20h
Trovão em Terra Molhada nasce da inquietação de um tempo hipervelocizado. Nesse cenário de excessos, a violência onipresente, a atrofia da alteridade e a desertificação dos afetos são tragadas por uma normalização amortizante. É um tempo de erosão da presença: um agora fraturado em breves ausências.
Se vivemos em estado crônico de vigília, entre alertas e a gestão algorítmica da catástrofe, algo se perde nas microfissuras dessa tensão contínua: fragmentos de experiência que não chegam a assentar no corpo. O corpo ainda está ali, mas chega defasado, em falha sintomática, como se atravessasse sucessivas desativações de si. Sob hiperexposição, o sistema nervoso ativa mecanismos de conservação e opera por filtragem agressiva. A pulsação do sensível é domesticada e reduzida a ruído de fundo. Anestesiados, habitamos um regime de alerta entorpecido.
YOGA NO TERRAÇO
Yoga no Terraço é um espaço criado em 2019, exclusivo para a prática de yoga, no ponto mais alto do espaço cultural Centro da Terra, com a vista privilegiada do bairro.É um coletivo de professoras de yoga, cada uma com seu estilo, modalidade e experiência, que tem em comum a missão de levar o yoga de forma genuína e com responsabilidade.

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