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André Carvalhal · Jun 2, 2026

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carvalhando · André Carvalhal

Nossa cultura não quer escrita, quer conteúdo.

Isso é o que diz o observador de cultura Matt Klein. Matt reflete sobre a invasão da IA na escrita, e os rumos que essa habilidade terá no mundo. Será que a IA está democratizando a escrita, ou está fazendo com que todo mundo terceirize a atividade, sem precisar aprender de verdade a escrever?

Enquanto a IA permite que qualquer um se torne escritor, por outro lado, ela inibe o processo criativo. Afinal, não é justamente do pensamento, das dúvidas e contradições que nascem os textos?

Para Matt Klein, o que a IA faz é tornar a escrita mais rápida. Mas com isso, ela elimina o processo que gera a criatividade. Afinal, se escritores querem escrever, porque fazer uso de uma ferramenta que permite que você faça menos daquilo que você quer fazer? Nem todo processo precisa ser eliminado, apenas porque pode ser. É claro que a IA pode ajudar, mas devemos estar atentos aos custos.

AI Writing Assistants Ranked Based on G2 Reviews
G2 Research

Podemos fazer um paralelo com a escrita à mão e a introdução massiva da digitação. Hoje, muitas crianças já não aprendem mais a escrever em letra cursiva. Como aponta um estudo da USP, a escrita cursiva é fundamental para a ativação cerebral:

A escrita cursiva envolve planejamento motor fino, percepção visual da letra, memória e linguagem. Por isso, ela ativa uma rede cerebral relativamente ampla, incluindo áreas motoras, parietais e regiões ligadas à memória e ao processamento da linguagem.

Então, o que estamos perdendo quando colocamos a velocidade de execução acima de tudo? Assim como um processo de terapia, por exemplo, escrever não se trata de gratificação imediata, mas de transformação por meio da reflexão. Sem o processo, só existem palavras. E palavras por palavras nunca foram o objetivo. Me conta a sua opinião sobre isso.

Viagem de trabalho não deveria significar mais trabalho. Mas, na prática, muitas empresas ainda vivem presas ao improviso. O horário muda, o orçamento estoura, o comprovante desaparece, o reembolso atrasa e, quando se percebe, tudo virou urgente (quem nunca?). O problema é que a urgência constante cria uma operação cansada, confusa e sem previsibilidade. Lideranças perdem tempo resolvendo pequenos incêndios, o financeiro trava tentando organizar despesas e tarefas simples se transformam em processos longos e desgastantes.

Sem tecnologia e integração, a gestão de viagens corporativas acontece no escuro. Falta transparência sobre os gastos, faltam dados em tempo real e falta clareza para tomar decisões melhores. E aquilo que parecia apenas um detalhe operacional começa a impactar diretamente os resultados da empresa. Afinal, viagem corporativa deveria apoiar o crescimento do negócio, e não consumir energia de quem precisa fazer a empresa avançar.

É justamente para simplificar esse processo que existe a Onfly, a travel tech número 1 da América Latina. A plataforma centraliza viagens e despesas corporativas em um único lugar, trazendo mais controle, eficiência e previsibilidade para a operação. Hoje, mais de 650 mil pessoas utilizam a plataforma em mais de 3.500 empresas, que já economizaram juntas mais de R$100 milhões no último ano. Com uma gestão mais inteligente, empresas conseguem reduzir custos em até 20% e liberar tempo das equipes para focar no que realmente importa.

E o impacto vai além do financeiro. Quando a gestão funciona de forma mais simples e organizada, a empresa ganha fluidez, melhora a experiência dos colaboradores e cria uma estrutura mais saudável para crescer. Além disso, quem utiliza a Onfly ainda pode oferecer a Onhappy, plataforma de viagens a lazer com descontos de até 70%, transformando benefícios em experiências que valorizam as pessoas. No fim, não é apenas sobre organizar viagens. É sobre liderar com mais inteligência, tomar decisões melhores e permitir que a empresa cresça sem carregar o peso da desorganização. Indique a Onfly na sua empresa.

#conteudopatrocinado @onfly.travel

Com o envelhecimento de toda a população mundial, cada vez mais, precisamos ressignificar o que é envelhecer. As representações sociais clássicas que fazemos das pessoas idosas são, em sua maioria, etaristas e ultrapassadas. Onde estão as novas referências da idade? Uma matéria da Fast Company destacou campanhas de moda e lifestyle que estão buscando refletir a velhice como espaço para novos começos.

A Elle publicou uma reportagem de capa sobre o aumento sem precedentes de mulheres mais velhas nas passarelas: Stephanie Cavalli, de 50 anos, abrindo o desfile da Chanel; Mariacarla Boscono, de 61, desfilando para Tom Ford e Miu Miu; e Gillian Anderson e Helen Mirren modelando para L’Oréal Paris.

Como demonstrou outro exemplo na One Bite, uma ação da operadora de saúde MedSênior também buscou representar a velhice longe dos estereótipos. A campanha propôs um convite para rever a forma como representamos a velhice, a partir da reimaginação dos ícones de 60+, que costumavam representar idosos curvados e usando bengalas.

Como destaca a CNN, apesar do estereótipo de que o corpo e o cérebro se deterioram automaticamente com a idade, pesquisas mostram que muitas pessoas, na verdade, são mais parecidas com um bom vinho: melhoram com o passar dos anos. O segredo não está em um suplemento especial ou em uma dieta complicada. O que realmente parece importar é uma atitude positiva em relação ao envelhecimento.

Durante muito tempo, preservar uma floresta foi tratado como um prejuízo econômico. Em um modelo onde quase toda lógica de mercado recompensa a exploração da terra, manter áreas nativas em pé raramente significava geração de valor para quem cuida delas. O resultado dessa conta aparece todos os dias no avanço do desmatamento, na pressão sobre os biomas brasileiros e na dificuldade de criar alternativas econômicas sustentáveis para quem vive e trabalha nesses territórios. Afinal, a floresta não se preserva sozinha. Ela precisa de pessoas monitorando, protegendo, investindo tempo, estrutura e recursos para impedir queimadas, invasões e destruição ambiental.

O MONDO nasce justamente para propor uma inversão dessa lógica. A ideia central do projeto é simples, mas poderosa: transformar a preservação em uma atividade economicamente viável. Em vez de incentivar o uso predatório da terra, o modelo cria uma economia colaborativa onde proprietários de áreas nativas recebem pagamentos e receitas recorrentes simplesmente por escolher não desmatar. Pela primeira vez, manter a floresta viva deixa de ser apenas um discurso ambiental e passa a fazer sentido também dentro da lógica financeira.

A tecnologia entra como ferramenta de transparência e rastreabilidade. Utilizando blockchain como uma espécie de cartório digital público e inviolável, o MONDO conecta cada token a áreas reais de biodiversidade preservada. Além disso, o projeto conta com monitoramento via satélite, auditorias independentes e garantias jurídicas que ajudam a validar e acompanhar as áreas protegidas. O objetivo não é estimular especulação rápida, mas construir um ecossistema de longo prazo onde tecnologia, governança e impacto ambiental caminhem juntos.

O ativo está disponível e listado de forma exclusiva na plataforma do Mercado Bitcoin. Durante o lançamento, compras do MONDO recebem 2% de cashback em BTC. Quem mantém o token por 30 dias recebe mais 1%. Um estímulo pensado para quem acredita em construção de longo prazo e não em lucro imediato. Clique aqui para saber mais.

#conteudopatrocinado @mercadobitcoin

por André Carvalhal - escritor, consultor e orientador de projetos em marketing, D&I e sustentabilidade.

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