Eai turma, espero que estejam bem 😊 eu to feliz de contar para vocês que em breve faço minha terceira apresentação do TEDx, desta vez em Blumenau, em um evento muito especial sobre excessos. Saiba mais aqui.
Enquanto isso, podemos nos encontrar na continuação da turnê de lançamento de A alegria em ficar de fora. Me chama pra tomar um suco, para conhecer algo legal na sua cidade, para participar do seu podcast, e/ou venha em algum dos eventos! Começando neste sábado com uma oficina de colagem em Floripa, marcando 1 ano de Collage Lab - últimos ingressos aqui.
09/03 – 19h Talk gratuito no vão central do Shopping Beiramar
14/03 – Aulão de Yoga e talk na Bodytech do RJ, infos aqui.
21/03 – Talk no com.verso.
22/03 – Talk aberto na Livraria Canoa em Ilhabela
28/03 – Talk + Lançamento na Livraria da Rua em BH
11/04 – Workshop especial em Goiânia. Infos aqui.
E se você quiser me levar para um evento na sua empresa ou cidade, é só responder esse email 😊
Para entender o que significa prosperidade para os brasileiros, foi realizado um estudo inédito pelo Sicredi - primeira instituição financeira cooperativa do Brasil - em parceria com o Datafolha. Alguns dados que me chamaram atenção:
47% da população sente que está prosperando;
41% dos brasileiros se consideram muito prósperos;
Mulheres percebem mais prosperidade que homens (47% vs 34%).
Além disso, o resultado da pesquisa apontou que há uma diversidade de interpretações e vivências sobre o conceito, mas que está em grande parte dividida em 4 dimensões: econômica, psicológica, espiritual e social.
A ideia de prosperidade como realização econômica lidera com peso de 39% na pesquisa. Apesar da importância do dinheiro, para as pessoas entrevistadas ele é um meio e não um fim. Sonhos como casa, saúde e conforto dependem do dinheiro, mas não só dele.
Ao reconhecerem que prosperidade vai além do dinheiro, os participantes da etapa quantitativa revelam o que realmente importa. Clique aqui para ver a pesquisa completa e saber a resposta.
A gente cresce acreditando que nossos pais são eternos. Fortes. Inabaláveis. Aqueles que resolvem tudo. Até que um dia o tempo vira. E chega a vez de cuidarmos de quem sempre cuidou (ou não) de nós. Falar sobre isso ainda é difícil. Existe culpa, existe exaustão, existe amor demais (ou às vezes, de menos) misturado com muitos sentimentos e responsabilidades. Mas também existe amadurecimento. Existe humanidade. Existe a chance de transformar a nossa presença.
O livro Meus Pais Usavam Fraldas, de Yuri Kubala é sobre isso. Uma leitura que me emocionou completamente. Inspirado em sua própria história, o autor narra com coragem e honestidade o momento em que sua mãe sofre um AVC e sua família precisa reconfigurar o afeto e o cuidado. Depois é a vez de seu pai ser acometido por uma doença e precisar deixar a posição de cuidador. Então passamos a refletir sobre maternidade, identidade, parentalidade, amizade, rede de apoio..., foi um convite para eu olhar para as minhas próprias relações com mais presença, respeito e vulnerabilidade. Leia mais aqui.
Por falar em livros, os livros estão se tornando um artigo de luxo
Como aponta a newsletter bornlab, entre a sinergia do BookTok, do boom dos clubes de leitura e o desfile da Coach em NY, vemos um sinal de como o capital cultural está virando um ativo estratégico.
O deslocamento do luxo e seus passos na sua reinvenção deixa de lado a ostentação do logotipo e caminha para o capital cultural.
Ler está tão na moda agora que a Coach está criando pingentes em formato de livro. A marca de moda afirmou que sua campanha mais recente foi “inspirada por uma renovada valorização da narrativa de formato longo na cultura popular”, impulsionada principalmente pela Geração Z.
No ano passado, a Miu Miu lançou uma ação chamada “Summer Reads” em diversas cidades ao redor do mundo, onde a marca italiana presenteou os visitantes com exemplares de dois de três clássicos: “Uma Mulher”, de Sibilla Aleramo, “Persuasão”, de Jane Austen, e “Caderno Proibido”, de Alba de Céspedes. A iniciativa surgiu pouco depois de a Miu Miu promover seu próprio clube literário, que destacou obras de Aleramo e de Céspedes.
Enquanto o hype dos livros como acessório desejável pode impulsionar o hábito da leitura e incentivar a venda de livros físicos, por outro lado, colocar o livro como um artigo de luxo pode ajudar a reforçar ainda mais a visão de que a leitura não é para todos. Qual a sua opinião sobre esse hype?
No posts

Comments
Nothing yet. Say the first thing.
Sign in to join the conversation.