Não tive uma semana fácil. O dia foi angustiante, com a ansiedade o tempo todo no meu calcanhar e eis que no escritório, teve uma gravação que sempre acontece no jardim, em frente à minha sala. Um vai e vem de gente, a sala cheia, as demandas, socializar…. Física, mental e emocionalmente desgastante em todos os níveis para mim (fora a parte pessoal toda zoada também, mas vamos tentar tirar um pouco o foco disso).
Fim do dia, o cenário sendo desmontado e descobri que as flores que serviram de fundo para a gravação, ou seriam descartadas, ou quem quisesse, podia levá-las para casa. E aqui nesse momento, escrevo olhando para o meu belíssimo buquê com Crisântemos pom-pom amarelos, Astromélias rosa-claro e amarelas, uma Ave-do-paraíso com seu verde, seu exótico e vibrante tom de laranja claro e roxo e o Crisântemo Aranha, que completa o conjunto alegre, colorido e tropical que agora, enfeitam a sala da minha casa.
No livro ‘‘o Caminho do Artista’’, Julia Cameron fala sobre as sincronicidades e ‘‘coincidências’’ que vão acontecendo em nossos dias e que é preciso estar atento para percebê-las. Então quero acreditar que eu e essas flores nos encontramos no momento certo. Que elas ganharam uma segunda ‘‘vida’’ no vaso rosa aqui no centro da minha mesa de jantar e que eu ganhei um lembrete de que a vida ainda tem beleza para oferecer, mesmo quando parece pesada demais para suportar.
Como não sou muito entendida de flores, quando cheguei em casa, subi a foto na IA e perguntei que flores eram e além de nominar uma a uma, ainda me deu o significado simbólico de cada:
Ave-do-Paraíso: liberdade, novos horizontes, alegria;
Astromélia: amizade, apoio, vínculos que permanecem;
Crisântemo Aranha: criatividade, singularidade, beleza que foge do óbvio;
Crisântemo Amarelo: felicidade, esperança, criatividade.
E também me gerou uma frase bem ‘‘biscoitinho da sorte’’, mas que deixou essa sincronicidade ainda mais amarradinha:
‘‘Se juntasse todas em uma mensagem, seria quase isso: ‘‘Que você seja livre para florescer, cercada de afeto, encontrando alegria mesmo depois dos dias difíceis, sem deixar de ser exatamente quem é.’’.’’
Sincronicidades…
Por que se é pra enxergar beleza na vida, por que não da capa do Sudoku? Linkei aqui, no caso de interesse. E se interessar também uma versão PT/BR, se pedir com carinho, quem sabe não faço? (sim, eu também faço encadernação artesanal! kkk)
Entrei na pilha de fazer a minha lista mensal de ‘‘10 coisas para fazer, com 0 consequências se você não fizer’’, que postei aqui:
E dessa lista já foram: ‘‘sair para caminhar escutando um álbum inteiro, que nunca ouvi antes’’ e a escolha foi The Beach Boys, álbum The Beach Boys (1985), e abro aqui o pedido de considerar que também risquei o ‘‘comprar flores na feira’’, só que no caso, essas foram de graça.
Esse post do André Carvalhal que achei interessante e gostaria de tentar, mas para isso preciso comprar pelo menos 4 despertadores físicos para substituírem meus alarmes da manhã :/ Mas é uma questão que penso muito sobre.
Last, but not least, só queria compartilhar que odeio a unidade de medidas ‘‘jardas’’. Jardas parece nome de planeta que acabaram de ‘‘descobrir’’.
Temos? Acho que temos!
Até breve!
Le Oliveira
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