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Canastra Newsletter · Feb 3, 2026

Canastra Newsletter📬#23

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Fellow Partners da Canastra Ventures, a rede social dos Agentes de IA, Brasil protagonista em nova frente de IA, a posta bilionária em "cérebros de robô" e muito mais!

A Newsletter dos Founders que estão construindo o futuro da IA no Brasil. Recebeu este e-mail de alguém? Então você é um ousado que gostaríamos de conhecer! ✨

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Por dentro da comunidade

Quem são os Fellows Partners da Canastra?

(Imagem: Canastra Ventures)

Os Fellow Partners da Canastra são um pilar importantíssimo no AI Entrepreneur in Residence (AI EiR), nossa residência para founders de startups de IA. São eles que conduzem office hours semanais com as startups durante a residência, ajudando a resolver desafios que já enfrentaram na prática e, com essa experiência, apoiam os founders a encontrar as melhores soluções.

O perfil de um Fellow Partner da Canastra é claro: empreendedores que já passaram por toda a jornada do empreendedorismo, da fundação ao exit, passando por construção de time, lançamento de produtos, growth e rodadas de investimento.

Conheça os nossos atuais Fellow Partners:

Paulo Alencastro - Formado em Administração de Empresas, é cofundador da Unico ID, unicórnio brasileiro avaliado em US$2,6Bi na sua última rodada.

Marcos Arruda - Possui passagem pelo ITA e foi Co-founder da Moneto, TrustSign, BoldCron. Empreendedor serial com exits em fintech e segurança digital.

Leonardo Sales - Publicitário de formação e cofundador da Movile (iFood, PlayKids, Apontador), um dos maiores grupos de tecnologia da América Latina.

Acreditamos que a melhor forma de aconselhar é ter vivido na pele os desafios que estão sendo transmitidos. Por isso, convidamos world-class-founders para serem sócios da Canastra, com o objetivo de apoiar de perto nossos founders em residência.

“Fomos apoiados pelo programa da Canastra Ventrues no início da Snapfy, e o acompanhamento de todo o time, e principalmente do Paulo Alencastro, que foi nosso Fellow Partner, foi crucial.”
Douglas Losacco - Founder e CEO @ Snapfy (Cohort R1’25)

🦾 Estes empreendedores são parte essencial do AI EiR, que está com as inscrições abertas para o cohort R1’26. Construa sua startup com quem entende de IA, startups e venture capital. Por cohort, são selecionadas apenas 6–8 startups. As inscrições vão até 01 de março.

Apply AI EiR


IA pelo mundo

Agentes de IA começam a criar sua própria rede social

Red rubber lobster toy on blue background
(Imagem: Getty Images)

A OpenClaw chamou atenção ao lançar um experimento inusitado: agentes de IA que interagem entre si e constroem uma espécie de rede social própria. Em vez de responder apenas a humanos, os agentes publicam, comentam, reagem e aprendem uns com os outros em um ambiente compartilhado.

A proposta funciona como um laboratório vivo para observar comportamentos emergentes, coordenação entre agentes e dinâmicas sociais sem intervenção humana direta. É menos sobre produto final e mais sobre entender o que acontece quando agentes têm memória, identidade e interação contínua.

O experimento reforça uma tendência maior: IA está deixando de ser individual e passando a operar em sistemas multiagentes persistentes. À medida que esses ambientes evoluem, surgem novas perguntas sobre controle, alinhamento e governança, agora não mais de um modelo isolado, mas de ecossistemas inteiros de agentes.


IA no Brasil

Biometria vira peça-chave contra bots, e o Brasil ganha protagonismo

(Imagem: Getty Images)

Com o avanço de bots e perfis automatizados nas redes, biometria e verificação de identidade voltam ao centro do debate tecnológico. Segundo a Forbes Brasil, o país começa a se destacar no desenvolvimento de soluções que combinam IA, biometria facial e validação comportamental para diferenciar humanos de sistemas automatizados.

O movimento é impulsionado por dois fatores claros: escala digital e necessidade regulatória. Em um ambiente onde fraudes, deepfakes e manipulação de engajamento se tornam mais sofisticados, empresas brasileiras vêm construindo tecnologias capazes de operar em alto volume e com precisão, dialogando tanto com plataformas quanto com governos.

Mais do que combate a bots, o tema aponta para algo maior. Identidade digital confiável passa a ser infraestrutura crítica da internet, e o Brasil começa a ocupar um espaço relevante nessa discussão global, unindo tecnologia aplicada, regulação e impacto real.


Pesquisa

Quando modelos começam a aprender estratégias — e não apenas padrões

(Imagem: JAIR)

Um novo artigo publicado no Journal of Artificial Intelligence Research (JAIR) investiga como sistemas de IA passam a desenvolver estratégias internas mais estruturadas à medida que ganham escala e complexidade.

O foco não está só no desempenho final, mas em como o comportamento do modelo emerge durante o aprendizado.

A pesquisa analisa sinais de organização interna, abstração e tomada de decisão que vão além de simples correlação estatística. Em outras palavras, tenta responder a uma pergunta central da IA moderna: o que exatamente está sendo aprendido dentro do modelo quando ele começa a generalizar melhor?

O trabalho dialoga diretamente com debates atuais sobre interpretabilidade, alinhamento e segurança. Entender esses mecanismos não é apenas curiosidade acadêmica — é peça-chave para confiar, controlar e escalar sistemas cada vez mais autônomos.

→ Vale a leitura completa para quem quer ir além do “funciona” e entender o “por quê”.


Venture Capital

Physical Intelligence e a aposta bilionária nos “cérebros” de robôs

Physical Intelligence
(Imagem: TchCrunch)

A Physical Intelligence, startup fundada por Lachy Groom (ex-Stripe e um dos investidores mais ativos do Vale) está se posicionando como uma das apostas mais ambiciosas na interseção entre IA e robótica. A tese é clara: construir foundation models para robôs, capazes de generalizar tarefas no mundo físico, e não apenas executar movimentos pré-programados.

Diferente da robótica tradicional, o foco aqui está em modelos treinados para aprender com demonstrações, simulações e dados do mundo real, criando um “cérebro” reutilizável para diferentes tipos de robôs. É uma abordagem que exige capital pesado, talento raro e paciência, mas que, se funcionar, redefine uma categoria inteira.

Para o venture capital, o movimento sinaliza algo maior. Após dominar software, a IA começa a avançar para o mundo físico, onde o upside é enorme e as barreiras de entrada também. Robótica deixa de ser hardware-first e passa a ser model-first — e é aí que os VCs estão começando a apostar grande.


Achados na internet

Mais notícias

Canastra Newsletter

A newsletter dos founders que estão construindo o futuro da IA no Brasil, produzida pela Canastra Ventures, um Venture Capital pre-seed especializado em IA.

A Canastra Newsletter entrega, toda semana, o que realmente importa para quem está colocando a mão na massa e construindo startups de IA. Insights curados, aprendizados práticos, entrevistas e novidades da nossa comunidade — para founders que buscam conteúdo relevante e direto ao ponto para acelerar sua jornada, diretamente na sua caixa de e-mail principal.

Até a próxima! 👋

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