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Por dentro da comunidade
Canastra Team — conheça Carlos Foz, nosso advisor
Carlos Foz é Advisor da Canastra Ventures e traz ao time mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro, com atuação profunda em private banking, investimentos e wealth management. Ao longo de sua trajetória, liderou times multidisciplinares e desenvolveu estratégias com forte viés empreendedor e foco em crescimento sustentável de longo prazo.
Ex-CEO e atual Chairman do Andbank, Carlos atua diretamente no desenho estratégico da Canastra e no fortalecimento das melhores práticas de governança corporativa, navegando contextos complexos de capital, risco e regulação.
Na Canastra Ventures, Carlos contribui de forma próxima aos sócios, apoiando decisões estratégicas, a visão institucional e a governança dos nossos veículos de investimento. Sua experiência reforça a construção de uma plataforma sólida para apoiar founders na criação de startups de inteligência artificial, ao mesmo tempo em que maximizamos os retornos aos nossos investidores.
IA pelo mundo
Por que a Amazon comprou a Bee e entrou de vez na corrida dos wearables de IA?
A Amazon adquiriu a Bee, startup de wearable de IA focada em captura contínua de contexto, sinalizando uma nova fase da corrida por assistentes always-on.
Diferente de relógios ou fones tradicionais, o dispositivo da Bee foi pensado para ouvir, entender e organizar o dia do usuário em tempo real, funcionando como uma memória externa alimentada por IA.
O movimento revela algo maior: a Amazon quer levar a IA para além da tela. Wearables com modelos multimodais abrem espaço para novos tipos de interação, onde contexto, voz e ambiente viram input constante. É um passo natural para quem já domina cloud, voice e agentes inteligentes.
Para o mercado, o recado é claro. A próxima grande batalha da IA não será só sobre modelos melhores, mas sobre quem controla o hardware, o contexto e a distribuição.
IA no Brasil
O Brasil pode virar protagonista em IA aplicada, e os sinais já estão aí
Um artigo de opinião escrito pelo CEO e pelo COO da A3Data, publicado em O Tempo, levanta uma tese interessante: o Brasil começa a assumir um papel relevante na IA aplicada, especialmente em setores onde temos dados, escala e problemas reais para resolver. Saúde, agronegócio, finanças e indústria aparecem como verticais onde a IA brasileira avança menos no hype e mais na execução.
O argumento central não é sobre competir em foundation models, mas em aplicar IA com profundidade local, entendendo contexto regulatório, dados proprietários e dores específicas do mercado. É aí que startups e pesquisadores brasileiros estariam criando vantagem, e chamando atenção de capital e parceiros globais.
Se essa leitura se confirmar, o Brasil pode ocupar um espaço estratégico na cadeia global de IA: menos laboratório fechado, mais IA no mundo real. Um caminho pragmático, coerente com o momento do ecossistema, e que vale acompanhar de perto.
Pesquisa
Quando LLMs saem do diálogo e passam a ajudar a tomar decisões coletivas
Pesquisadores do MIT Media Lab propõem um novo framework que usa LLMs para ir além da conversa e entrar no campo da deliberação e decisão coletiva. A ideia é simples e ambiciosa: como usar IA não apenas para facilitar diálogos, mas para estruturar consenso em assembleias, fóruns públicos e processos participativos complexos?
O estudo apresenta um sistema onde modelos ajudam a sintetizar argumentos, mapear pontos de concordância e discordância e simular cenários de decisão, mantendo humanos no loop.
Em vez de substituir o debate, a IA atua como uma camada cognitiva que organiza a complexidade, algo especialmente relevante em contextos com muitos participantes e interesses conflitantes.
A pesquisa levanta questões profundas sobre governança, poder e legitimidade: quem controla os critérios da decisão quando a IA entra no processo deliberativo? E até que ponto modelos conseguem representar pluralidade sem enviesar resultados?
→ Vale a leitura completa para entender como LLMs podem transformar processos de decisão coletiva e os riscos que vêm junto.
Venture Capital
O que os investidores prestam atenção em relação aos founders?
Quando founders pensam em due diligence, quase sempre focam no óbvio: métricas, produto, pipeline e unit economics.
Mas investidores olham muito além disso.
Segundo VCs entrevistados pela Tech Funding News, boa parte das decisões acontece em sinais menos explícitos, e é aí que muitos deals travam.
Governança, clareza societária, alinhamento entre co-founders, histórico de decisões difíceis e até como o time reage a perguntas desconfortáveis entram no radar. A forma como o founder responde, admite lacunas ou tenta “embelezar” a narrativa costuma pesar tanto quanto os números.
O recado é simples: due diligence não é só sobre provar que tudo está perfeito, mas sobre mostrar maturidade para lidar com o que ainda não está.
Em um mercado mais seletivo e concentrado, quem entende isso sai na frente: não só para captar, mas para construir relações de longo prazo com investidores.
Achados na internet
Mais notícias
Canastra Newsletter
A newsletter dos founders que estão construindo o futuro da IA no Brasil, produzida pela Canastra Ventures, um Venture Capital pre-seed especializado em IA.
A Canastra Newsletter entrega, toda semana, o que realmente importa para quem está colocando a mão na massa e construindo startups de IA. Insights curados, aprendizados práticos, entrevistas e novidades da nossa comunidade — para founders que buscam conteúdo relevante e direto ao ponto para acelerar sua jornada, diretamente na sua caixa de e-mail principal.
Até a próxima! 👋
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