Atos serão realizados na Alep para exigir do governador Ratinho Jr. (PSD) o envio de projetos com melhorias nas carreiras de professores(as) e funcionários(as) de escola
Na próxima segunda(15) e terça-feira(16), professores(as) e funcionários(as) de escola retornam à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para pressionar o governador Ratinho Jr. (PSD) a enviar os projetos de lei para reformulação das carreiras da categoria. Durante a mobilização, os(as) trabalhadores(as) vão entregar uma carta aos(às) deputados(as), solicitando apoio na luta pela valorização salarial e pelo fim da política de violência salarial imposta pelo Palácio Iguaçu.
“Nos últimos meses, o governador enviou para Alep novas alterações em diversas carreiras que melhoram ainda mais as carreiras já alteradas. No entanto, mais uma vez, os(as) professores(as) e funcionários(as) ficaram de fora. As carreiras podem ser reformuladas até dia 4 de julho. Se o governo não encaminhar, nós cobraremos que os deputados apresentem um projeto em forma de respeito e valorização aos trabalhadores e trabalhadoras das educação, porque nossa luta continua por justiça salarial já”, aponta a presidenta da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto.
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É preciso preencher um formulário para receber o link de acesso; reunião tem objetivo de tratar de questões como o processo de avaliação de desempenho e de práticas abusivas da Seed
A APP-Sindicato convida todos(as) os(as) professores(as) que se encontram em estágio probatório na rede estadual de ensino do Paraná para uma reunião on-line organizada pelas secretarias de Assuntos Jurídicos e Educacional. O encontro acontecerá na próxima quarta-feira (17), às 19 horas, via plataforma Zoom. É preciso preencher um formulário para receber o link de acesso.
As secretarias responsáveis pelo encontro explicam que o objetivo principal da atividade é municiar a categoria com informações detalhadas sobre o processo de avaliação de desempenho, sanar dúvidas jurídicas recorrentes e organizar a mobilização contra as pressões abusivas que têm afetado a rotina e a saúde dos(as) novos(as) educadores(as) na rede estadual.
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Direção estadual reafirma posição de que a saúde mental no ambiente de trabalho é uma pauta permanente da atuação do sindicato na defesa das(os) trabalhadoras(es) da educação
Com a atualização da Norma Regulamentadora 01 (NR-01), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), obrigando as empresas a identificar também os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, a APP-Sindicato recebeu diversos questionamentos sobre a validade das regras para as redes públicas de ensino. Em resposta, a direção estadual emitiu uma nota explicando o contexto jurídico que envolve o tema e reafirmando a posição de que a saúde mental no ambiente de trabalho é uma pauta permanente da atuação do sindicato na defesa das(os) trabalhadoras(es) da educação.
A nota explica que as normas regulamentadoras tem sido objeto de controvérsias, questionamentos e análise no Supremo Tribunal Federal (STF) porque, tradicionalmente, as NRs eram associadas às(aos) trabalhadoras(es) regidas(os) pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O texto reforça que a APP-Sindicato defende o entendimento de que as regras devem ser aplicadas a todas(os) as(os) trabalhadoras(es), portanto, também no serviço público, independentemente do vínculo jurídico. Reafirma ainda que continuará lutando contra a política de assédio e adoecimento do governo Ratinho Júnior. Leia abaixo a íntegra da nota.
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Imagens de freezers e prateleiras vazias denunciam problema relatado em várias escolas de Curitiba e do interior do estado
A APP-Sindicato recebeu nos últimos dias denúncias de que várias escolas da rede estadual de ensino, em Curitiba e no interior, têm enfrentado estoque baixo e até desabastecimento de itens da alimentação escolar, incluindo proteínas. Em resposta à gravidade dos relatos, a direção estadual do sindicato determinou a cobrança de explicações do governo Ratinho Jr. e a solução dos problemas.
A situação ganhou grande repercussão após estudantes do Colégio Estadual Roberto Langer Júnior, de Curitiba, postarem um vídeo na internet mostrando os freezers da escola vazios e a despensa com poucos alimentos. Além da capital, há relatos de escolas de São José dos Pinhais, Londrina e Sabáudia com o mesmo problema.
Além de cobrar a Secretaria da Educação (Seed), a direção da APP-Sindicato vai encaminhar as denúncias para fiscalização e providências por parte do Conselho Estadual de Alimentação Escolar. O entendimento é de que a situação é grave, uma vez que coloca em risco a aplicação correta do programa de alimentação escolar e pode gerar consequências negativas para a aprendizagem dos(as) estudantes.
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No Colégio Estadual Santo Agostinho, em Curitiba, vazamento de esgoto gera mau cheiro próximo a sala da equipe pedagógica e problema se arrasta há dias sem solução
Uma fiscalização realizada por dirigentes da APP-Sindicato no Colégio Estadual Santo Agostinho, em Curitiba, evidencia os problemas do Programa Parceiro da Escola, iniciativa do governo Ratinho Jr. que transfere a gestão administrativa de escolas para empresas. Durante uma visita, na semana passada, foi identificado um problema crítico de vazamento de esgoto que, segundo educadores(as), está há dias sem solução definitiva. O local onde ocorre o problema fica ao lado da sala da equipe pedagógica, prejudicando o trabalho das profissionais, devido ao mau cheiro.
A presidenta do Núcleo Sindical Curitiba Sul, Veroni Salete Del’ Ré, realizou uma nova visita nesta segunda-feira (11) e constatou que, após a cobrança do sindicato, a empresa fez reparos, mas o problema continua. “Essa semana irá uma empresa fazer os testes para ver onde está o cano rachado para arrumar. Na próxima semana voltaremos ao colégio para averiguar se a situação foi solucionada ou se ainda permanece”, explica a dirigente.
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