A arte e a vida (longa): recente edição da Veja contou sobre um estudo do University College London publicado pela revista científica Innovation in Aging que aponta que o contato com diferentes formas de cultura soma-se a outros conhecidos amigos de longevidade – sendo comparado até mesmo à prática de exercícios. Vale ler um livro, ir ao museu ou produzir algo belo. A prática da arte uma vez por semana desaceleraria os efeitos da passagem do tempo no organismo em 4%, o que representa um ano a menos na contagem biológica.
Que língua(s) você fala? Em uma entrevista do canal Habla, a endocrinologista Isabela Bussade revelou que ser poliglota já seria um fator de redução de risco de demência na velhice. Mais uma prova de que bagagem e educação formam fazem bem até mesmo para nossa qualidade de vida no longo prazo.
Estudo e carreira convencional de longo prazo: o que leva uma supermodelo com carreira internacional consolidada a pausar seus passos em passarelas e voltar para a sala de aula… para estudar MEDICINA?! Em (mais) um papo ótimo do podcast O que tem na sua carteira?, Ana Claudia Michels foi a entrevistada e contou sobre sua trajetória profissional da moda ao consultório. Dica para quem gosta de qualquer um dos temas relacionados, moda, finanças ou saúde!
Em tempo: em uma das próximas edições da Amo News, falarei exatamente por que o estudo tradicional e até o (recentemente) injustiçado modelo CLT são tudo que desejo e recomendo para os jovens atuais e futuros. #TemBolhaEstourando
A moda da convenção: não é exatamente uma novidade entre marcas de moda com lojas espalhadas pelo Brasil, mas anda ganhando fôlego extra a prática de juntar todo o time de lojas e escritórios em uma apresentação enorme das novas coleções. NK, Cris Barros e Mixed são algumas das incrementam a cada semestre estes encontros, que promovem não apenas o desfile das peças, mas também apresentações das criadoras e até palestras de experts variados que falam sobre vendas, luxo e temas relacionados. Além da proposta intitucional, as convenções vêm virando programação desejo e material para muitos e muitos posts e stories de redes sociais.
Você tem uma dump account? A expressão que se refere a um perfil privado de instagram para postar fotos, vídeos e pensamentos livres e espontâneos, sem aquele chatérrimo requisito de ser instagramável, não é exatamente nova. Ao contrário, esta é há tempos a escolha dos nascidos no fim da gen Z (que costumam ser uma contratendência de seus pares nascidos no início da mesma geração). Enquanto atravessamos um ano de muitas mudanças no digital, em um movimento que foi se formando no pós-pandemia e deve ter seu ápice em 2027, com a exaustão do consumo e da produção de conteúdo, devemos ver muita gente de todas as idades ressignificando sua relação com as redes. O objetivo é montar seus álbuns e até se conectar com amigos sem ligar para métricas nem buscar viralização.
Strike na Sephora depois de viral no Tiktok, quanto tempo vai durar esta dinâmica? Este fim de semana foi marcado pela chegada de mais uma marca-sensação na influência digital ao Brasil… A Huda Beauty seguiu o calendário típico dos aguardados lançamentos da Sephora nacional, com pré-venda no app, evento fechado para criadores de beleza e muitos, quase infinitos vídeos no Tiktok dizendo o que comprar, que cupom usar e em que horário da madrugada deveria ser feito o plantão para não correr o risco de ficar sem um dos bestsellers. Sim, toda aquela teoria do gatilho da escassez que, quando a gente acha que não emplaca mais, vem e mostra que ainda tem gente colocando despertador para gastar (sem julgamentos, já estive aí!). A questão é: com tanta oferta, tantos lançamentos imperdíveis e tantos questionamentos acerca do consumo ilimitado, por quanto tempo estes frenesis vão gerar views e vendas? A conferir!
O que vou ser quando crescer – e por que estamos nos reinventando com mais frequência aos 40/50… Se você me segue no instagram, talvez tenha visto que limpei minha bio e deixei um “em (re)construção” por lá; se me acompanha há mais tempo pela internet, pode estar pensando “mas lá vem outra mudança?”. Não tenho, no meu caso, resposta para nenhuma das duas frases. Mas é nítido que o número de reinvenções e reposicionamentos entre mulheres na faixa dos 40-60 nunca foi tão grande. Estamos vivendo mais e a idade que outrora foi da vovozinha do crochê mostra-se como um ápice físico e mental, que nos sacode rumo a readaptações. O livro Primetime (ainda sem versão em português) apresenta em sua descrição que “Dra. Margie Lachman utiliza suas décadas de pesquisa para desmistificar crenças comuns e redefinir a meia-idade como o momento ideal para o crescimento pessoal e a satisfação”. Já na minha listinha para a cabeceira.
Lendo e lido de saúde, insulina sempre em pauta! Depois de músculos como poupança para a terceira idade, o acompanhamento da insulina nos exames de sangue anuais aparece como tema mais presente nos (muitos) livros de saúde que adoro ler. Ainda pouco solicitado por muitos médicos – por incrível que pareça, dada sua importância –, este marcador mostra como de fato anda seu metabolismo. E seu metabolismo, fazem coro os principais autores da categoria, é a origem de boa parte das doenças desenvolvidas. Depois de Peter Attia e Mark Hymann, foi a vez de Benjamin Bikman focar no assunto em seu Why We Get Sick (“Por Que Ficamos Doentes”, ainda sem versão em português).
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