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Amo 40+ · Jun 30, 2026

Glow up profissional: a imagem conta!

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Expressão popularizada em forma de trend jovem no Tiktok para descrever upgrades de aparência física, o glow up pode ter sua versão adulta, voltada para a vida profissional...

brown and black butterfly in close up photography
Photo by Alfred Schrock on Unsplash

O maior inimigo da imagem profissional que comunicamos é o piloto automático.

E era/é no piloto automático que eu estava. Com quase 25 anos de carreira, uma porção de atividades e feitos acumulados e a sorte de uma plateia prévia para cada nova maluquice mudança que inventei nas últimas décadas, deixava o barco ir tocando no ritmo da correnteza.

Trabalhei com conteúdo de branding por sete anos, mas minha essência sempre foi dos bastidores, do texto – e não do vídeo –, da redação e não do fervo. Uma redação de revista de moda, ao contrário do que nos sugeriram os filmes de mocinhas de Hollywood, tinha muito menos glamour do que alguém de fora poderia supor. Na semana de fechamento, ao menos nos meus tempos, era mais provável encontrar uma moça com coque desgrenhado preso por um pápis do que um salto dez da última coleção do designer hypado da vez. Muito mais provável, talvez a única probabilidade possível quando as edições finais adentravam madrugadas. E foi neste ambiente, mais preocupada com vírgulas e parágrafos com sentido, que eu me moldei profissional. Lembremos que nos anos 00 não havia redes sociais e as câmeras dos celulares eram quase um brinquedinho infantil sem muita utilidade adulta.

Mas aí eu venho até aqui dar uma bronca em mim mesma. E talvez em você! O quanto estamos nos apoiando na nossa capacidade, no nosso estudo e na nossa história e esquecendo que todo presente começa com uma embalagem? Como você e seu olhar definem, inconscientemente, o impulso de seguir um novo profissional no instagram? O que vem antes, respondendo de maneira muito sincera (e não de forma racional idealizada): o Lattes com os doutorados e escolas importantes ou… algo que agrade de primeira ao nosso olhar?

Estudar, ganhar experiência, acumular repertório e formar bagagem, tudo isto conta muito. Mas pode ficar invisível a olho nu se a gente não entender que imagem visual não é futilidade.

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2 months ago · 5 likes · 2 comments · Ale Garattoni

No meu caso, costumo precisar de grandes sacodes “olhando de fora”: foi em uma viagem com foco profissional que reparei que estava quilos acima do peso, vestindo mal minhas próprias roupas – e dos registros em fotos profissionais surgiu o pontapé que me tirou dois dígitos de quilos. Mais recentemente, foi me deparando com minha imagem sem maquiagem em compromissos públicos que dei-me conta de que não tenho mais a carinha de carioca de 22 anos. O que na verdade é só um esquecimento acaba tornando-se uma mensagem de menos comprometimento, de menor atrativo (profissional mesmo). Não vou entrar nos méritos sexistas ou de como todo este papo é mais cruel com mulheres, porque infelizmente não acredito que este tipo de rebeldia vá mudar nada – que fique claro, este nem nunca foi meu intuito nos episódios de esquecimento de embalagem.

Volto para os anos de Amo Branding, para as muitas aulas que dei, para as muitas turmas que formei: a imagem conta. Ponto. Ela não apenas comunica (parte do) profissionalismo e respeito com o interlocutor, mas atrai um punhado de outros ativos intangíveis. Aquele ditado do “vista-se para o emprego que você deseja” não é só papo vazio de coach, não!

Foi com estas ideias já circulando meu cérebro que entrei na sala de aula virtual da Juliana Lenz no último sábado. A consultora de imagem e influenciadora tem MUITA bagagem e generosidade maior ainda. Mas a primeira impressão do ótimo curso – e, você sabe, nossa primeira impressão pauta muito do que vamos achar de algo ou alguém, certo? – foi a imagem bem iluminada, com a maquiagem correta e camisa e acessórios na medida para o posicionamento de alguém que sabia o que ia falar ali.
(sobre o curso, ótimo, falarei mais na próxima edição da Amo News; caso ainda não seja assinante, registre-se aqui para receber!).

Vale dizer que quando trago a ideia do glow up visual não me refiro apenas a cuidado estético. Nossos olhos captam também a prática da boa etiqueta, do cuidado comportamental, da escolha cuidadosa na fala. Sem contar com questões ainda mais simples: não adianta vestir couture e sair com a roupa to-da amassada; não adianta ir no melhor maquiador e ser grosseira com o garçom.

Ninguém precisa calcular milimetricamente a estética de um feed de instagram ou investir rios de dinheiro no designer que vai montar a identidade visual da marca… Muitas vezes (ou seriam todas?!) o glow up começa com o que já está a seu alcance e você anda subestimando!

Nem eu vou querer assistir ao meu vídeo (no breu!) antes de ver o da Lu! 😅


Ideias de glow up profissional (opções baixo e alto investimento)

Do que vestimos a como cuidamos do nosso visual, passando por como nos comportamos e lidamos com o outro, tudo vai comunicar alguma coisa sobre nossa imagem, tá?

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