A finitude me desconcerta desde os 8 anos quando descobri que a vida terminava pra “gente grande". O Tio Nadinho partiu nos meus 14 e odiei encarar a ausência da única pessoa que me chamava de Maroquinha. Aquele que sabia fazer piadas decoradas, desenhava no meu quadro de giz com o artista encubado que sempre esteve ali, dobrava guardanapos transformand…
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e o que vem depois

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