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O Substack da 300noise · Apr 1, 2026

O Brasil perde e vence no Lollapalooza - newsletter #15

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300noise · O Substack da 300noise

Bom dia, queridos leitores da newsletter da 300Noise.

Enquanto vocês estavam curtindo o infinito mês de março, os cientistas estavam no laboratório da 300Noise discutindo quais eram as implicações geoestratégicas da tristeza dos fãs de Sabrina Carpenter com a presença de Luisa Sonza no palco da estadunidense. Ou do conflito entre fãs da Chappell Roan e a Torcida Jovem Fla.

Brincadeiras à parte, esta newsletter está permeada pelo espírito do Lollapalooza, um festival midiaticamente incontornável. Ah, vai me dizer que você quer dados detalhados e análise sobre o line-up da 300Noise?

Não imaginava. Mas acho que então você vai gostar do post Dissecando o Lollapalooza 2026: Um passeio por análises e dados que a 300Noise extraiu do festival.

Algo está acontecendo. Mesmo que você esteja de olho na reta final do Big Brother Brasil, ou ocupado com o peso da rotina caindo em seus ombros, algo está acontecendo.

Se você nos lê de São Paulo, deve ter entendido que o Centro da cidade passou por uma transformação significativa nos últimos meses. Uma transformação quase silenciosa na vida noturna e um suspeito retorno da sensação de menos insegurança, talvez? Os dados não nos deixam mentir: os roubos caíram 60% na região.

E podemos olhar para os números através de algumas ações tomadas pela prefeitura feat. Governo estadual, como a esquisitíssima pulverização da Cracolândia. O problema foi resolvido? Não, apenas maquiado. Outro ponto foi o do posicionamento estratégico de policiais e câmeras pelas ruas e avenidas mais afetadas. E por fim, um boom comercial pela região.

E, com uma simples matemática, podemos entender que um ambiente mais seguro + um crescimento de comércio = a volta da vida noturna. Você pode olhar isso pelo entorno da República e seus bares e núcleo gastronômico, para um samba que fecha uma rua inteira nos entornos da Praça da Sé, ou para um bar de vinil que opera lotado ao lado do Teatro Municipal.

Não é à toa que voltamos a ter discussões que, para uma geração que participou da vida noturna nos anos 2000, parecia enterrada. Lei do Psiu, reclamação sobre barulho durante a noite, briga da prefeitura para proteger empresas que detém espaços públicos e querem continuar lucrando com festas. Os reflexos do crescimento do setor noturno estão por todas as partes.

E com esse tipo de movimento, temos também a necessidade pela reafirmação e proteção de comunidades que construíram a noite e o direito à ocupação de espaços através de muita resistência. Em tempos de tendência e da performance pela manutenção algorítmica em rede, a comunidade estará em busca da reafirmação pela autenticidade.

E em um movimento “os de verdade eu sei quem são”, festas estão cada vez mais focadas em criar zonas seguras para os seus. Não é de se espantar que programações secretas estejam tão em alta, ou que a forma de se comunicar esteja cada vez mais direcionada para um público específico, de modo que os ‘outsiders’ sintam-se confusos o suficiente para não irem.

O público, dialogando com isso, está mais do que nunca preocupado com a autenticidade do que consome e focado no reforço de uma zona livre de influência mercadológica. Historicamente, o underground eletrônico está vinculado a esta lógica, desde sua estruturação por pessoas lgbtqiapn+, até o seu papel da ocupação e transformação de espaços da cidade.

Essa efervescência passa, finalmente, pelo próprio setor criativo. Não apenas como uma proliferação de artistas, mas na diversidade musical que pode ser ofertada. Em um momento de proteção e preservação de uma comunidade, temos uma busca por suas raízes, mas também a quebra de padrões estéticos e sonoros. A eterna busca entre o passado e o futuro. O tradicional e o original.

A consolidação desse polo criativo é percebida, não só por entusiastas locais que ainda estão brigando para transparecer esse pertencimento ao seu próprio público, mas também pelo mercado internacional. Veja como é fácil falar que o Brasil é tendência, sem contextualizar de onde parte tal demanda...

A verdade é que a dinâmica do mercado mudou drasticamente e uma fragmentação de consumo musical, seja por nichos ou através do robusto investimento em soft power, criou novas formas de globalização cultural. Isso pode ser visto em um Super Bowl do Bad Bunny, no retorno do BTS em Seul, ou na quantidade de festas com presença ou participação de artistas do Lollapalooza aqui em São Paulo.

Tendo em mente uma sequência de palavras advindas dos mais diversos relatórios de tendência, artistas correm atrás de um posicionamento, autêntico e um processo criativo conectado com comunidades. Em contraponto ao comportamento voltado para ‘emular’ estilos, roubar pendrives, ou se meter em uma colaboração alinhada pela própria gravadora, artistas estão se jogando em pistas de dança.

A busca do novo surge em diálogo com curadorias locais e públicos que existem dentro de comunidades, no aqui e no agora. Se a Doechii ansiava por uma edição relâmpago da BATEKOO em São Paulo, buscava-se decifrar os códigos daquela festa.

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DOECHII sobre inspiração que teve durante a Batekoo, em São Paulo: "Algo está surgindo dentro de mim criativamente, e eu mal posso esperar para que isso transborde para a minha realidade"

11:42 PM · Mar 23, 2026 · 87.3K Visualizações

15 Respostas · 183 Reposts · 7.72K Likes

A música eletrônica está na mira justamente pela barreira de preservação e proteção de sua comunidade. Assim, a inserção nela se torna o baú do tesouro para criativos do mercado. Um completo gabarito, com direito a experiência no offline + construção de comunidade + busca pelo novo + exclusividade + conexão com super fãs. Olhando assim, uma festa sem câmeras é um lugar muito mais interessante do que o palco do Lollapalooza para alguém como Lorde.

por @mf_vao

Nesta edição do Lollapalooza foi realizado um concurso chamado “Temos vagas”. Feito em parceria com a Rádio 89, uma banda seria escolhida por votação popular para tocar nesta próxima edição. A vencedora no voto popular foi Limão Rosa, banda de Renan Santos, pré-candidato à presidência e líder do grupo MBL, de extrema-direita, no vocal, e guitarra e Mamãe Falei na bateria.

No final das contas, a comissão técnica que daria o veredito, optou pela banda Ginger and the Peppers (1). Contudo, a situação no mínimo desconfortável para o festival e a rádio é representativa de duas coisas: o MBL mudou radicalmente sua estratégia em relação à cultura e o público do Lolla mudou muito nestes 15 anos de festival.

DO CRÍTICO RADICAL À ALGUÉM QUE QUER FAZER PARTE

Para quem já conhece o MBL desde seu crescimento em 2016 é muito visível como a opinião de sua liderança e sua estratégia em relação à cultura mudou nesta década.

Um dos primeiros momentos de holofote para o grupo foi durante a campanha de ataques à exposição “Queermuseu - Cartografias da Diferença na Arte Brasileira” em 2017. A ofensiva cultural foi um prelúdio para a campanha de desinformação das eleições de 2018 com as “mamadeiras de piroca”.

Alguns anos depois, Mamãe Falei gravou um dos vídeos mais constrangedores de seu Youtube, o que é surpreendente, pegando a média do conteúdo do ex-deputado. Ao tentar criticar a escolha da UNICAMP pela inclusão dos Racionais MCs em seu vestibular (3), o líder do MBL conseguiu confundir “tomar geral” com assaltar e reclamou da vitimização nos Racionais em um show bizarro de preconceito e burrice.

Mais recentemente vários políticos do MBL ou que saíram do movimento protocolaram projetos de lei e ações contra o movimento funk.

Desde o começo, o MBL se colocava como um movimento conservador de extrema direita, abertamente avesso a qualquer tipo de debate democrático sobre questão de gênero, racialidade ou cultura na periferia. Essas polêmicas que nascem do atraso do Brasil nesses temas se transformam em momento estratégico de politicagem barata e pânico moral nas mãos do MBL.

Mas então como que este mesmo movimento não só tem uma banda de rockzinho triste alternativo como também se candidata para tocar em um festival muitas vezes colocado como esquerdista pela extrema direita? O que o MBL ganha participando do Lolla?

Obviamente que todo movimento político tem algo a ganhar com a exposição de um mega festival. Contudo, a questão não é necessariamente quantitativa, do número de pessoas que estão sendo expostas ao MBL, mas sim qualitativa, qual imagem que as pessoas têm do movimento.

A ideologia defendida pelo MBL não se transformou nestes últimos anos. Só no ano passado tivemos o Mamãe Falei acusando as mães de vítimas da chacina da Penha de 2025 de serem as verdadeiras culpadas pela morte de seus filhos nas mãos da polícia. O deputado federal Kim Kataguiri foi acusado de manter neonazistas dentro de seus grupos de comunicação e o grupo chamou um autor neofascista para seu festival de lançamento do seu partido Missão. A opinião não mudou nada, o que se transformou foi sua estratégia.

O MBL sempre teve na juventude a principal base demográfica de sua militância e sua base eleitoral, por isso sempre investiu em campanhas que falassem sobre jogos de vídeo game, animes e outras linguagens atuais das novas gerações. Em outras palavras, para conseguir acessar essa juventude não adianta manter uma posição de negação e ataque às novas expressões culturais, ele precisa investir em algum nicho para chamar de seu.

Para Mamãe Falei e Renan Santos, que é pré-candidato à presidência da república, participar de festivais e de apresentações com sua banda ajuda a normalizar suas figuras públicas e a encontrar um esse nicho da cultura. Seja na parte visual da banda, na sua sonoridade, letras e até nas redes sociais de cada um deles, a banda e as suas escolhas estéticas são ferramentas para normalizar suas personalidades e posições políticas.

O PÚBLICO DO LOLLA ACEITARIA UM SHOW DO MBL?

O público da música alternativa se transformou muito nos últimos anos. Se em 2012 talvez houvesse uma predisposição mais clara da juventude ligada a bandas que tocaram no Lolla estariam menos abertas às ideias defendidas pelo MBL. Mas essa tendência parece ter sentido os efeitos da crise do PT e a eleição do Bolsonaro.

Muitas pesquisas atuais apontam como a nova geração apresenta posições mais conservadoras, em especial no que diz respeito aos homens jovens (8). Seguindo uma pesquisa da Bloomberg, 52% da geração z são de direita ou centro-direita, algo que também está presente nos millenials e que se inverte em gerações anteriores (baby boomers e geração x).

Porém uma coisa que se perde frente a essa manchete é o contexto histórico, já que ela ocorre em um momento histórico de crise e desesperança com a política (9). De certo que há um sentimento de rebeldia comum no meio jovem que também causa um efeito sobre a política e sua percepção partidária e eleitoral: a desesperança e a despolitização, em especial no pós-2013.

É dessa desesperança e despolitização que se alimenta movimentos como o MBL e a extrema direita. Frente à crise da democracia e da economia global, o fascismo tende a ganhar uma força extra em sua comunicação.

À reboque disso os mais diversos tipos de espaços culturais (da roda de samba, baile funk e barzinho de rock alternativo), tornaram-se cada vez mais despolitizados e abertos a qualquer tipo de ideologia. A ideia de que debater cultura é necessariamente discutir gosto pessoal, ou mesmo a ideia de que música e política não podem se misturar são uma parte considerável da prática social que ronda diversos espaços, o que facilita ainda mais que movimentos como o MBL circulem por esses espaços.

Precisamos refletir sobre o porquê desses movimentos de extrema direita conseguirem circular tão facilmente em espaços como o Lolla e sobre porquê esses movimentos vêm se apropriando dessa estética para se normalizar frente à juventude.

Pibes Chorros, o grupo argentino que está na pista desde o começo dos anos 2000, chega ao Brasil para uma apresentação finíssima no Sol Y Sombra.

Onde: Rua Treze de Maio, 180 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01327-000, Brasil

Quando: sexta 8 mai de 22:00

Ingressos: Shotgun

Broke Carrey - HIJO DEL PAÍS

Particularmente é muito legal saber que a América Latina está interessada em buscar novos horizontes musicais. Falamos da busca pelas raízes como tendência e nesse disco você consegue entender perfeitamente o sentido disso.

Bronco Trio - Bronco Trio

Mistura maluca de hardcore com jazz e muitas outras doideiras. 23 minutos de muita fritação com excelentes momentos de solos e execução nos instrumentos. Feito para quem curte e procura mais instrumentais.

Derxan - Caindo em si

Material de apenas 7 min mas com uma profundidade incrível. Muito introspectivo, beats que valorizam esse sentimento mais melancólico, e, o que é o cimento dessa fundação, uma levada absurda do Derxan. Me lembrou até os primeiros materiais do BK.

Gueibz - ALQUIMIA DA ZONA DA MATA

Com claras influências do manguebeat, do maracatu e de novas tendências da música brasileira, ele é bem ousado e autoral. Um som de revolta e de reflexão interna. De longe a música que eu mais gostei foi Propaganda, mas tem outros momentos bem legais. Vale a atenção.

Neurosis - An Undying Love for a Burning World

Do absoluto nada, surpreendendo até os fãs mais céticos, o Neurosis está de volta! Dez anos após o término abrupto, em virtude das acusações de assédio feitas contra Scott Kelly, as lendas do sludge unem forças a Aaron Turner. Trata-se de uma escolha precisa, dado seus trabalhos com diversas bandas renomadas do mesmo gênero, todas fortemente influenciadas pelo próprio grupo. As canções são emocionalmente carregadas pelos típicos andamentos arrastados do doom, os quais aparecem adornados pelo peso e pela distorção das guitarras em contraste com passagens atmosféricas. O grande destaque reside nas vozes rasgadas e diabólicas de Turner em harmonia com os vocais limpos de Steve Von Till; juntas e mixadas perfeitamente às texturas industriais e melancólicas, tais nuances tornam tudo especial. 2026 tem sido um ano intenso e não chegamos sequer à metade!

Neves e Silva - Ladeiras De Santa Tereza

Trabalho de Antônio Neves, trompetista monstro, e Thiaguinho Silva, baterista cabuloso, a única coisa ruim que tem desse material é que ele tem 6 músicas e 26 min. É uma aula de jazz, samba, música instrumental sem dever nada a ninguém. Feat do JOCA é absurdo também. Vale muito a ouvida.

Nubiyan Twist - Chasing Shadows

Precisamos conversar sobre esse tipo de álbum. Acho que esse tipo de som, em especial quando é feito por uma galerinha da gringolândia, perde absolutamente todo o sentido. A música azymuth é uma versão sem sal do macdonalds do que é a banda brasileira, em outros parece pegar uma música claramente feita para ser cantada em outra língua e traduzindo com chatgpt para inglês. Quase como uma música de campanha publicitária de carro querendo imitar jazz, afrobeat e samba. No geral está muito bem produzido, tem momentos que eles buscam fazer algo diferente, em especial com os feats de alguns artistas, mas no geral é muito genérico, sem sal e uma tentativa de fazer algo diferente soar ok para uma audiência gringa ocidental.

Poison the Well - Peace in Place

A banda favorita da sua banda favorita. Sem esses músicos, nenhuma das bandas de metalcore que você escutava a caminho da escola em 2010 estaria aqui. Os veteranos retornam afiados com faixas representando quase todas as fases de sua consistente carreira. Esta é uma ótima forma de as novas gerações conhecerem um grupo tão importante para o desenvolvimento da mescla entre metal e hardcore, fundida a elementos melódicos. É exatamente o que você encontrará aqui, aliado a uma produção polida, sem nada de muito excepcional. Vale a pena pela nostalgia. Estamos realmente voltando aos anos 2000: os Estados Unidos bombardeando o Oriente Médio, calças de cintura baixa na moda e o Poison the Well lançando álbum novo.

QMAR - ORAÇÕES OFERECIDAS a ESTRANHOS

Um som bem pesado, com claras influências de trip hop dos anos 1990 e momentos de experimentação com noise, é um trabalho bem ousado e diferente do grupo QMAR. O trabalho com os efeitos nas vozes são incríveis, talvez a parte que seja mais difícil de atingir um resultado como ficou no álbum. Única parte que eu realmente nao entendi é o porquê de buscar o vocal em inglês, mas nada que atrapalhe muito a experiência de ouvir esse material

Slayyyter – WOR$T GIRL IN AMERICA

Terceiro disco da cantora estadunidense que se volta para seu crescimento no Missouri, dialogando com o White Trash, entre excessos, vulnerabilidades, desilusão na indústria e uma refinada seleção de faixas que vão deixar os ouvintes bem gag, como dizem por aí. Esse disco talvez seja brat demais para ter seu brat summer, infelizmente. Trabalho finíssimo.

SonoTWS - Se Não Sabe Agora Sabe, Vol.1

Mais um excelente trabalho colaborativo de um dos melhores produtores do país. Nota-se uma curadoria de MCs impecável, servindo como porta de entrada para conhecer novos artistas. O brilho reside justamente na variedade de flows e rimas, repletas de referências, vivências, brincadeiras semânticas e beats que nos transportam diretamente para a era de ouro do boombap. Todavia, isso não é sinônimo de mesmice; os samples criativos e as batidas coesas transformam cada som em uma experiência gratificante, sendo um exemplo de como a cultura Hip Hop segue firme e forte neste Brasilzão de meu Deus.

The Scythe - Strictly 4 the Scythe

O supergrupo liderado por Denzel Curry entrega um grande tributo aos nomes de peso que saíram da cena de Memphis. Toda a estética de terror envolve desde o trabalho gráfico até as batidas, além das rimas do conjunto. O álbum possui muita força, especialmente no começo; as faixas são agitadas, ao passo que os versos e a sintonia entre os membros funcionam muito bem. Todavia, o desfecho é bastante fraco, não chegando a empolgar. Inclusive, existe uma sensação estranha por todo o projeto, promovido como um supergrupo; entretanto, nitidamente Denzel é o integrante que mais brilha aqui. Por participar de todos os sons e rimar em boa parte deles, a obra acaba parecendo um trabalho autoral repleto de participações. Falta um pouco de direcionamento e sobra em potencial.

Foi mal a publi, precisamos pagar as contas e olha que curioso: temos roupitchas maravilhosas em queima de estoque da última coleção porque logo mais vem próxima (sem spoilers).

Dá uma olhada na nossa lojinha. Tem produtos com até 42% off, como dizem os shoppings.

Por fim…

Perguntas enviadas por vocês para a nossa equipe. Críticas, sugestões, dúvidas e tudo mais. Envie sua pergunta agora mesmo!

Vocês aceitam envio de material de bandas? Qual a melhor maneira de enviar?

R: Utilizamos o Groover para receber material e oferecemos consultorias e outros trampos. Quer a visão da 300Noise em seu projeto? Entre em contato no 300noise@gmail.com

Onde acesso os projetos da 300noise?

R: www.300noise.com.br

Quer dizer que você trabalham com consultoria e pesquisa para bandas ou empresas?

R: Sim, estamos operando em várias frentes. 300conteúdos, 300empresas, 300festas e em breve 300pendrives (ok, esse é brincadeira!) Quer entender melhor o que oferecemos? Quer contratar a 300noise? Mande um email para 300noise@gmail.com

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